MATO GROSSO

Programa SER Família participa da 56ª Expoagro com serviços e informações para população

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A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) está presente na 56ª Exposição Industrial, Comercial e Agropecuária de Mato Grosso (Expoagro), com um estande de divulgação do Programa SER Família, idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes, e suas vertentes.

Nesta segunda-feira (15.07), a programação da pasta foi destinada ao SER Família Inclusivo, que contou com apresentação cultural em parceria com a MTMamma e a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), além de divulgação de serviços e entrega de materiais relacionados ao SER Família Inclusivo.

A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, destacou que a participação na Expoagro aproxima a população das ações do SER Família. “Fiquei feliz com essa parceria, pois ela aproxima a população das ações que desenvolvemos e desperta nas pessoas a vontade de saber mais sobre os temas que envolvem a comunidade. O programa SER Família Inclusivo, um dos braços do SER Família, foi criado com princípios baseados na Superação, Esperança e Respeito, e a família como base, com essa ideologia que podemos motivar as pessoas a desenvolver boas ações também. Estou ansiosa para conhecer o espaço”, contou a primeira-dama de MT, Virginia Mendes.

A secretária de Assistência Social e Cidadania da Setasc, Grasi Bugalho, ressaltou a importância do programa e reforçou sua divulgação na Expoagro. “O SER Família é o maior programa de assistência social de Mato Grosso, idealizado pela primeira-dama, Virginia Mendes. E uma das vertentes do SER Família é o Inclusivo, que atende a pessoa com deficiência em vários aspectos, o primeiro deles é a transferência de renda para pessoas que estão em situação de extrema vulnerabilidade”, disse a secretária.
Segundo Grasi Bugalho, para mostrar a ação do SER Família Inclusivo, a Setasc convidou a MTmamma. “ A MTmamma é uma associação de mulheres que já passaram ou estão passando por tratamento de câncer e tiveram que tirar a mama. Elas estão aqui falando sobre prevenção, tratamento, para assim resgatar a autoestima dessas pessoas”, reiterou a secretária.

Grasi Paes Bugalho, e integrante do MT Mamma – Setasc/MT

A exposição do programa, tal qual divulgação de ações das entidades envolvidas no SER Família Inclusivo, ajudam na garantia de preservação da inclusão e respeito para a população em relação aqueles que possuem alguma deficiência.

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Para a diretora pedagógica da APAE, Patrícia Alves Ramiro, o serviço é essencial para reforçar esta inclusão.

“Devemos mostrar para a sociedade que toda pessoa com deficiência, na verdade, pode fazer várias coisas que muitas das vezes se pensa que por possuir uma deficiência ela seja incapaz de fazer. Na verdade eu sempre falo: deficiente, porém eficiente. Então, hoje aproveitamos o espaço para mostrarmos nosso trabalho, mostrar a desenvoltura deles enquanto pessoa, isso é importante, é a questão da inclusão. A gente vai quebrando barreiras e mostrando a cada dia que a gente é capaz de muito mais. Basta acreditar e confiar no potencial de cada um”, explicou.

O programa SER Família Inclusivo, bem como as associações que cuidam da Pessoa com Deficiência (PCD), auxiliam no resguardo de direitos e na promoção de políticas de igualdade para este grupo. Este tipo de ação inclusiva, permite mudanças de vida para quem é atendido, como é o caso de Marilene Regina Farias Maciel, uma das assistidas pelo MTmamma.

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“Para mim é muito bom, até porque expande a nossa instituição para todo mundo e mostra para as pessoas que também temos nossos direitos, mesmo em tratamento. Eu, sou assistida desde 2021, com duas semanas de frequência, comecei a participar e aprender a dançar, e é um estímulo muito contagiante para os atendidos pela associação. Essas atividades de inclusão mudaram muitas coisas para mim, mudou o meu jeito de viver. Infelizmente, a gente tem uma doença, ela está aí, mas se a gente deixar ela tomar conta, a gente não vive, né? Então, por isso eu sou assim, feliz e de bem com a vida”, concluiu Marilene.

Programação – Estande Programa SER Família:

  • 16/07 – SER Família Criança
  • 17/07 – SER família Idoso
  • 18 a 21/07 – SER Família Capacita e Sine-MT
  • 20 e 21/07 – SER Família Mulher
  • 20 e 21/07 – Piano Gente

Com supervisão de Layse Ávila

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Ex-funcionária da câmara de Sinop relata assédio, ameaças e gravações não consentidas envolvendo vereador Marcos Vinícius

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Uma ex-funcionária da Câmara Municipal de Sinop relatou episódios de assédio, ameaças e supostas gravações não consentidas pelo vereador Marcos Vinícius Borges (PSDB). A denúncia foi divulgada pelo portal Pauta Livre MT e também já registrada na Delegacia da Polícia Civil de Sinop, que investiga o caso.

De acordo com o relato da ex-servidora que trabalhava no gabinete do vereador Marcos Vinícius, o contato com o parlamentar teria começado em ambientes sociais e evoluído para uma aproximação pessoal. Pouco tempo depois, segundo ela, Marcos a teria convidado para trabalhar na Câmara Municipal, onde ela iniciou as atividades em 2026.

A ex-funcionária afirmou que, durante a convivência, o vereador teria falado sobre fetiches de ser corno e comportamentos que não seriam compatíveis com os valores dela. Ainda conforme o depoimento, ele teria insistido em práticas com as quais ela não concordava, mesmo após ela manifestar resistência.

Um dos episódios relatados teria ocorrido dentro da própria Câmara de Vereadores. A ex-funcionária afirma que um amigo do vereador teria ido até a sala onde ela estava sozinha a mando dele, segurado sua perna e feito investidas de cunho sexual para forçar a realização do fetiche.

Segundo ela, o homem teria dito que a contratação dela fazia parte de um “jogo” e que a intenção seria que ela se envolvesse com os dois. A ex-servidora disse que pediu para que ele parasse e deixasse a sala.

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Após o episódio, a mulher contou que teria procurado Marcos Vinícius para relatar o ocorrido. Conforme a denúncia, inicialmente o vereador teria negado que a situação fizesse parte de qualquer plano, afirmando que teria ficado surpreso e triste com a atitude do amigo.

A ex-funcionária também declarou que chegou a utilizar o celular de uma amiga para registrar conversas relacionadas aos fatos. 

Ameaças envolvendo imagens íntimas
O principal ponto da denúncia diz respeito a supostas ameaças relacionadas a imagens íntimas captadas por câmeras de segurança. A ex-funcionária afirma que teria mantido uma relação sexual com o vereador em um imóvel onde havia uma câmera, cuja existência, segundo ela, não era conhecida nem autorizada.

Ainda conforme o depoimento, depois que decidiu encerrar o relacionamento e manifestou o desejo de continuar trabalhando, ela teria sido ameaçada por um amigo do vereador, que teria dito que ela deveria deixar o ambiente de trabalho.

A mulher relatou que, em uma conversa com Marcos Vinícius, teria pedido para que as ameaças cessassem. Segundo ela, nesse momento o vereador teria mencionado a possibilidade de divulgar vídeos íntimos registrados por câmeras de segurança.

“Em nenhum momento isso foi consensual”, afirmou a ex-funcionária durante o depoimento. Ela também declarou que teria sido ameaçada para não denunciar o caso e que o vereador teria dito conhecer muitas pessoas influentes, além de afirmar que a palavra dela não teria impacto.

Relatos sobre outras mulheres

Durante a entrevista, a ex-servidora também fez acusações envolvendo outras mulheres. Ela afirmou ter tomado conhecimento de relatos de supostos abusos, ameaças, manipulação e exposição de imagens íntimas.

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Entre as denúncias mencionadas estão casos que envolveriam adolescentes. A ex-funcionária relatou que  uma menina que teria sido abusada aos 11 anos e que, posteriormente, precisou deixar Sinop. Também mencionou outra adolescente que, segundo ela, teria sido abordada com mensagens e propostas de natureza sexual.

A ex-funcionária declarou ainda que o vereador teria mostrado a ela um vídeo íntimo envolvendo uma antiga namorada. Segundo o relato, a gravação teria sido feita durante uma situação sexual com outros homens, sem que a mulher tivesse autorizado a divulgação do conteúdo.

Medo e pedido de Justiça

A denunciante afirmou que está psicologicamente abalada e que teme sofrer novas ameaças ou algum tipo de represália. Apesar disso, disse ter decidido falar publicamente por acreditar que outras possíveis vítimas também precisam de apoio e proteção. “Se eu me calo, eu calo outras mulheres”, declarou.

Ela pediu que as autoridades investiguem os relatos e ofereçam acolhimento psicológico às supostas vítimas. Também afirmou esperar que a Justiça apure as denúncias relacionadas a mulheres e adolescentes.

A investigação está sob responsabilidade da Delegacia da Polícia Civil de Sinop. A divulgação da denúncia pelo Pauta Livre MT ocorre com base no depoimento da ex-funcionária.

Boletim de ocorrência Cliquei aqui!!!

Veja o vídeo
https://www.youtube.com/watch?v=eLdusAvyKL0

Fonte: Denuncia

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