MATO GROSSO

Detran orienta motoristas sobre o que fazer caso a placa do veículo seja danificada ou perdida

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Você sabe o que fazer se a placa do veículo estiver danificada ou for perdida? O Departamento Estadual de Trânsito do Mato Grosso (Detran-MT) orienta sobre como solicitar uma nova placa.

Quando o veículo já possui a placa no padrão Mercosul, o condutor deve registrar um boletim de ocorrência e agendar atendimento no site do Detran-MT. Depois, basta comparecer no local com o BO e documentos pessoais e do veícul para solicitar uma vistoria veicular, a fim de substituir uma ou as duas placas.

Depois da vistoria veicular, o proprietário do veículo deverá pagar as taxas de emissão da nova placa. O pagamento é feito diretamente à empresa estampadora autorizada (consulte aqui).

Caso a placa do veículo ainda seja no padrão antigo (na cor cinza), o proprietário do veículo deverá realizar o processo de troca da placa para o padrão Mercosul. Nesse caso, ele também deve fazer um boletim de ocorrência e providenciar os mesmos documentos. Contudo, deve se dirigir ao Detran-MT solicitando a abertura do processo de troca de placa.

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Após ser realizada a vistoria veicular e a confecção da nova placa em uma das empresas credenciadas, ao final do processo será emitido um novo Certificado de Registro de Licenciamento do Veículo (CRLV-e) e Certificado de Registro do Veículo (CRV-e), ambos de forma eletrônica.

Lembre-se de que para conseguir a segunda via do documento é preciso que seu veículo esteja devidamente licenciado, sem débitos de IPVA, licenciamento ou multas.

Vale lembrar, também, que circular em via pública sem qualquer uma das placas de identificação (dianteira ou traseira) é considerado infração gravíssima pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Caso o condutor seja flagrado com essa irregularidade, recebe multa de R$ 293,47 e sete pontos na carteira nacional de habilitação (CNH).

Em caso de dúvidas e informações sobre serviços e procedimentos, o cidadão pode entrar em contato com o canal de atendimento Disque-Detran pelo telefone (65) 3615-4800 ou pelo atendimento via Whatsapp, por meio do número (65) 9 9933-9318.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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