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Polícia Penal apreende drone e mais de 30 celulares na Penitenciária de Rondonópolis

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A Polícia Penal apreendeu um drone e diversos materiais eletrônicos na Penitenciária Major PM Eldo Sá Corrêa (Mata Grande), em Rondonópolis (212 km de Cuiabá), entre a noite de quarta-feira e a manhã desta quinta-feira (31.07 e 01.08).

A ação faz parte da operação Noite Adentro, que intensificou a fiscalização na unidade prisional, tanto na área interna quanto externa.

Durante a operação, os policiais interceptaram um drone que sobrevoava a penitenciária por volta das 21h, carregando um tablete de maconha de 500 gramas, um telefone celular e uma garrafa de uísque destinados aos reeducandos.

Ainda durante a força-tarefa, já pela manhã, os policiais iniciaram uma varredura nas celas para retirar mais materiais ilícitos. Os presos foram escoltados para a quadra esportiva enquanto a revista era realizada.

Ao todo, durante a operação, foram apreendidos um drone, um tablete de maconha, cinco porções menores da droga, 31 celulares smartphones, seis celulares simples, quatro carregadores portáteis, 31 cabos, uma máquina para fazer tatuagem, uma garrafa de uísque e uma vara de pescar retrátil.

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Fonte: Governo MT – MT

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Polícia Civil prende homem que usava nome falso há 10 anos

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A Polícia Civil prendeu, nessa sexta-feira (29.5), em Pontes e Lacerda, um homem, de 51 anos, que estava vivendo com um nome falso há 10 anos.

O caso teve início após uma denúncia da Polícia Federal. Acompanha de agentes da PF, uma equipe da Delegacia de Pontes e Lacerda foi até uma oficina mecânica no bairro Nossa Senhora Aparecida, onde o suspeito estava trabalhando.

No local, o suspeito foi encontrado e questionado. A princípio, ele informou o nome falso, com o qual ele até mesmo já cumpria uma pena em regime aberto por tráfico de drogas, e entregou uma Carteira de Habilitação com esses dados.

Porém, quando os policiais falaram seu nome verdadeiro, ele confirmou a falsidade e disse que o motivo era que possuía pendências na Justiça (também por tráfico de drogas) com o nome real e, por isso, criou uma nova identidade há cerca de 10 anos.

O investigado não informou onde conseguiu confeccionar os documentos, mas afirmou ter sido em Teresina (PI) e que pagou, à época, R$ 15 mil.

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Ele e todos os documentos falsos foram encaminhados para a delegacia, onde o caso foi registrado como falsidade ideológica.

Fonte: Governo MT – MT

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