MATO GROSSO

Inpe aponta redução de 51% em um ano no desmatamento na Amazônia Legal de MT

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O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/Deter) apontou redução de 51% nos alertas de desmatamento a corte raso no Bioma Amazônico de Mato Grosso de agosto de 2023 a julho de 2024. A comparação é feita com o mesmo período do ano anterior, tendo como base dados de imagens de satélite. Em relação à média histórica dos oito últimos anos a redução foi de 40%.

Houve redução também nos dados dos nove estados da Amazônia Legal com queda de 45%, sendo 4.012 km². Em comparação à média histórica dos últimos oito anos a redução chega a 39%, sendo 6.618 km² média/ano.

Mato Grosso registrou nesse período de um ano 845 km² de desmatamento, enquanto no mesmo período de 22/23 foram registrados 1.734 km², e nos últimos 8 anos, o desmatamento ficou em 1.420 km² média/ano.

Os dados do Deter/Inpe são publicados mensalmente como referência para que os Estados e órgãos ambientais possam utilizá-los no planejamento das fiscalizações.

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O secretário executivo da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Alex Marega, explica que a principal causa da redução é a atuação do Estado, que endureceu a responsabilização pelos crimes ambientais com o uso de estratégia e tecnologia, para melhores resultados da fiscalização em campo.

Ele reforça que o resultado positivo também é reflexo da atuação de cada membro do Comitê Estratégico para Combate ao Desmatamento Ilegal, Exploração Florestal Ilegal e aos Incêndios Florestais de Mato Grosso (Cedif).

“Tudo foi planejamento para alcançarmos este resultado. O monitoramento é em tempo real. O esforço das equipes que trabalham integradas no campo, com as ações civis públicas junto ao Ministério Público e Delegacia de Meio Ambiente, reforçam a sensação de responsabilização”.

Marega pontua que hoje é possível detectar o desmatamento no momento que ele acontece. “Fazemos o planejamento das operações. Aquele desmatamento que já aconteceu recebe a autuação remota, onde ele recebe a multa e o embargo a distância”, destaca.

Operação Amazônia

No primeiro semestre de 2024 foram 196 operações com a fiscalização de 38 madeireiras. Foram emitidos 2.532 alertas de desmatamento e apreensão de 71 tratores, 57 esteiras, 52 caminhões, 20 barcos e 14,23 mil m3 de madeira apreendida.

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Dados do Deter/Inpe

O Deter é um levantamento rápido de alertas de evidências de alteração da cobertura florestal na Amazônia feito pelo INPE. Foi desenvolvido como um sistema de alerta para dar suporte à fiscalização e ao controle de desmatamento e da degradação florestal realizadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e demais órgãos.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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