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Secel promove 14 editais da Lei Paulo Gustavo em Mato Grosso; confira o andamento

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A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer promove um pacote de 14 editais da Lei Paulo Gustavo (LPG), que conta com mais de R$ 32 milhões em recursos, para atender o setor audiovisual e outros variados segmentos culturais mato-grossenses.

Dentre as seleções públicas, cinco estão em fase de finalização, oito estão na fase de análise técnica e, o último, com inscrições abertas.

Os 14 editais, seus anexos e publicações, podem ser consultados no site www.secel.mt.gov.br/editais-cultura.

Confira o resumo:

Editais em fase de finalização

O maior edital da Lei Paulo Gustavo em Mato Grosso, o Cine Motion – Produção Audiovisual, foi o primeiro a encerrar o processo de seleção, ainda no mês de maio. Com R$ 13 milhões disponíveis, a seleção pública contempla a produção de cinco filmes de longa-metragem e três minisséries.

Também no mês de maio, foram publicados os resultados finais de seleção dos editais MT Museus e MT Preservar – Projetos Executivos. Totalizando R$ R$ 1 milhão de investimento, as duas seleções públicas contemplam projetos que visam a preservação do patrimônio histórico e cultural do Estado.

Já os editais Documentário Temático e Diretor Estreante tiveram os resultados preliminares publicados no final de julho e, após período de análise de recursos, terá o resultado final divulgado na próxima terça-feira (13.08). Os dois somam R$ 2,4 milhões em recursos para viabilizar produções sobre a população tradicional mato-grossense e de curta-metragem de diretor considerado estreante.

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Editais em fase de seleção

As propostas habilitadas em outros oito editais se encontram na fase de análise de técnica, cujos resultados preliminares serão publicados no dia 13 de setembro. A lista inclui investimentos direcionados ao setor audiovisual, à literatura, economia criativa e a ações diversas de cultura.

Dentre as propostas na fase de seleção, estão as habilitadas nos editais Cinemotions de Desenvolvimento de Roteiro, de Apoio a Espaços de Exibição, de Acervo/Publicação, e de Formação. Juntos, os quatro somam mais de R$ 6 milhões em recursos para impulsionar o audiovisual mato-grossense.

As propostas habilitadas no edital MT Criativo – Feiras de Economia Criativa e/ou Solidária também estão em processo de análise. Serão R$ 2 milhões para contemplar 20 eventos em formato de feira.

Estão ainda aguardando análise as propostas de obras literárias de autores mato-grossenses que foram habilitadas no edital Prêmio Literatura Mato Grosso. Com recursos de R$ 1 milhão, a seleção envolve a reimpressão ou reedição de livros com tiragem baixa ou esgotada.

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Completam a lista de editais nessa fase de análise de seleção o Viver Cultura – Expressões Artísticas e o Viver Cultura – Identidades. Totalizando quase R$ 5 milhões, as duas seleções contemplam música, artes visuais, teatro, circo, dança e artesanato, e ainda projetos culturais protagonizados por comunidades e segmentos diversos.

Em fase de inscrição

Lançado no final de junho deste ano, o edital Cinemotion de licenciamento de obras audiovisuais está com inscrições abertas até segunda-feira (12.08). Com recursos de R$ 2,76 milhões, a seleção vai custear o licenciamento de 131 filmes mato-grossenses.

A inscrição na seleção pública, que possibilita a cessão não onerosa dos direitos de exibição para as emissoras integrantes da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), deve ser feita exclusivamente no formulário online disponível no site da Secel (link aqui).

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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