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Condenado por homicídio é preso pela Polícia Militar com arma de fogo furtada

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Policiais militares do 9º Batalhão prenderam, no começo da tarde desta terça-feira (13.08), um foragido da Justiça pelo crime de homicídio, em Cuiabá. O criminoso, de 33 anos, foi localizado no bairro Pedra 90. Com ele, a PM apreendeu uma pistola carregada com 13 munições.

Após receber informações sobre a localização de um suspeito com mandado de prisão em aberto, a equipe do 9º BPM se deslocou ao bairro Pedra 90 e realizou abordagem ao homem na frente de sua residência.

Na verificação dos seus documentos, a PM confirmou que ele estava com um mandado de prisão pelo crime de homicídio, expedido pela Vara Criminal de Cuiabá, neste ano.

Em depoimento aos militares, o criminoso também informou possuir uma arma de fogo dentro da casa. Os policiais realizaram buscas no imóvel e localizaram uma pistola de calibre 380 carregada com 13 munições, que estava escondida dentro de uma caixa de descarga.

Em verificação ao objeto, foi constatado que a arma era furtada da Polícia Militar do Estado do Piauí. Questionado sobre o fato, o criminoso afirmou que teria comprado a arma, sem dar mais informações.

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Por fim, o homem teve sua prisão cumprida, foi conduzido para a Central de Flagrantes para registro da ocorrência e entregue à Polícia Judiciária Civil.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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