MATO GROSSO

Bombeiros combatem incêndios que destruiu casa e área de vegetação de fazenda

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu dois incêndios em Campo Verde (a 139 km de Cuiabá), na tarde da última sexta-feira (06.09), que atingiu uma fazenda na área rural e uma residência na zona urbana do município.

Na primeira ocorrência, o incêndio atingia área de vegetação da fazenda. Uma equipe da 11ª Companhia Independente Bombeiro Militar (11ª CIBM) foi acionada para o combate. Ao chegar no local, os bombeiros constataram que o incêndio estava em fase inicial e havia queimado cerca de 80 metros quadrados de vegetação.

O proprietário da fazenda informou que o incêndio teve início devido ao rompimento de uma rede elétrica de alta tensão, que foi encontrada ao solo, já sem energia elétrica.

Os bombeiros militares iniciaram a ação de combate ao fogo, utilizando equipamentos apropriados para controlar as chamas e evitar que o incêndio se alastrasse e causasse danos maiores.

Após o combate foi feito o rescaldo, que consiste na eliminação de possíveis focos remanescentes e os bombeiros militares orientaram o proprietário da fazenda sobre medidas de segurança e de como evitar novas reignições na área.

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Segunda ocorrência

Na segunda ocorrência, a equipe da 11ª Companhia Independente Bombeiro Militar (11ª CIBM) foi acionada por volta das 16h para combater às chamas em uma casa, do bairro Jupiara.

Ao chegarem no local, os bombeiros constataram que o incêndio havia tomado conta de todos os cômodos da residência.

Os bombeiros fizeram o desligamento da energia elétrica e iniciaram a ação de combate direto ao fogo. Após conter as chamas, a equipe prosseguiu com o rescaldo, que consiste na eliminação de possíveis focos remanescentes. Ninguém ficou ferido.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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