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Agressor que descumpriu medida protetiva e colocou fogo em bolsa de ex-companheira é preso pela Polícia Civil

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Um homem que descumpriu medidas protetivas impostas pela Justiça, chegando a atear fogo em bens pessoais da ex-companheira, teve o mandado de prisão preventiva cumprido pela Polícia Civil, nesta terça-feira (10.09), em mais uma ação da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cuiabá.

O suspeito de 34 anos não aceitava o fim do relacionamento e, mesmo diante das medidas protetivas, continuava perseguindo a ex-companheira, chegando a ser preso em flagrante no mês de agosto, ocasião em que invadiu a residência da vítima.

A vítima já havia sofrido diversas situações de violência doméstica praticadas pelo ex-companheiro e em uma das situações, após receber uma negativa de reatar o relacionamento, ateou fogo na bolsa e documentos pessoais da vítima. Na ocasião, o suspeito ainda agrediu severamente a vítima e tentou enganá-la.

Diante da gravidade do caso, a delegada da DEDM Cuiabá, Vanessa Aguiar representou pela prisão preventiva do agressor, que foi deferida pela Justiça e cumprida na manhã desta terça-feira (10), pelos policiais da especializada.

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Além das ocorrências de violência doméstica, o suspeito responde por homicídio em Rondonópolis. Após ter o mandado de prisão cumprido, o preso foi encaminhado à delegacia para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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