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Imagens de câmeras do Vigia Mais levam à prisão de suspeito de homicídio em Alto Paraguai

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Imagens de câmeras do programa Vigia Mais MT, do Governo do Estado, levaram à prisão de um homem, de 36 anos, por envolvimento no homicídio de Matheus Silva Ormond, de 23 anos, em Alto Paraguai (218 km de Cuiabá).

O crime aconteceu na tarde de segunda-feira (16.09), área central da cidade. Poucas horas depois, a partir de denúncias de moradores informando as características físicas dos suspeitos, policiais do Núcleo de Polícia Militar de Nova Marilândia, unidade do 9ª Companhia de PM de Diamantino, usaram as câmeras do Vigia Mais em uma combinação de buscas virtuais com rondas veiculares até efetuar a prisão.

Os policiais prenderam o suspeito na Rua Barão de Melgaço, área central de Alto Paraguai, em uma região próxima ao local do crime. Ele cumpria regime de liberdade condicional, concedida pelo Poder Judiciário sob uso de tornozeleira eletrônica, porém o equipamento estava deligado.

O suspeito foi preso em flagrante delito e conduzido à Delegacia de Polícia de Diamantino. Os policiais continuam fazendo buscas na tentativa de prender o segundo envolvido. As imagens do Vigia Mais foram entregues na delegacia juntamente com o preso.

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Em Alto Paraguai, município com cerca de oito mil habitantes, foram instaladas 24 câmeras do Vigia Mais MT, cedidas gratuitamente pelo Governo do Estado, por meio de parceria firmada com a Secretaria de Segurança Pública (Sesp-MT).

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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