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Seplag abre inscrições para curso sobre saúde mental na administração pública

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag-MT) está com inscrições abertas para o curso Saúde Mental na Administração Pública. São oferecidas 200 vagas destinadas aos servidores do Poder Executivo Estadual e os interessados têm até 09 de outubro para se inscrever.

A capacitação, que será realizada na modalidade a distância pela Escola de Governo de MT, busca desenvolver e potencializar habilidades funcionais como a sensibilização para questões de saúde mental, resiliência organizacional e trabalho em equipe, promovendo um ambiente mais saudável e produtivo.

Para a superintendente de Desenvolvimento, Valorização e Saúde do Servidor, Tatiana Libardi, discutir saúde mental no serviço público demonstra o cuidado e a responsabilidade que a atual gestão tem com a qualidade de vida dos servidores e dos serviços entregues à sociedade.

“Ao cuidar de quem realiza e de quem recebe esse trabalho, estamos promovendo um ambiente mais saudável e produtivo em todos os níveis”, destacou a superintendente.

Os participantes serão certificados com 20 horas-aula, desde que cumpram os requisitos mínimos, como 75% presença e realização de atividades. Além de Libardi, fazem parte da equipe de facilitadoras as psicólogas Wilma de Oliveira e Sandra Silvério, que são também servidoras públicas da Seplag.

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De acordo com o coordenador de Gestão da Saúde e Segurança no Trabalho, Flávio Jabra, a elaboração do curso considerou o diálogo possível entre educação, saúde e segurança do trabalho.

“Propomos as normas e modelos de negócios para as setoriais na promoção da saúde mental. Com o mês de alusão à Saúde Mental, acreditamos que a psicoeducação é uma das melhores formas de prevenção”, explicou o coordenador.

Para realizar sua inscrição, clique aqui. Não esqueça: é necessário estar dentro da plataforma para efetivação do procedimento e garantia da vaga.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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