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Polícia Civil cumpre mandados para combater crimes de caça e pesca ilegal em Canarana

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Canarana, deflagrou, na manhã desta segunda-feira (30.09), a Operação Guardiões para cumprimento de dez mandados de busca e apreensão com o objetivo de apreender armas de fogo e combater crimes ambientais relacionados à caça e pesca ilegal na região.

A ação ainda está em andamento e, até o momento, já foram realizadas oito prisões em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e crimes ambientais, além de embargos de pousadas. A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) indicou necessidade de perícia em propriedades rurais para expropriação.

A operação foi motivada pelo conflito armado entre moradores da comunidade localizada às margens do Rio Sete de Setembro, em decorrência da exploração predatória de recursos naturais e da utilização indevida de áreas, inclusive em território indígena.

Segundo o delegado titular de Canarana, Flávio Leonardo, as investigações apontaram que o conflito estava diretamente relacionado à pesca predatória no rio, resultando em tensões entre os habitantes.

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Diante do cenário, o delegado representou pelos mandados de busca e apreensão, que foram deferidos pela Justiça.

Durante a operação, foram apreendidas diversas armas de fogo, munições de calibres variados, além de materiais relacionados à caça e pesca ilegal. Os trabalhos seguem em andamento.

A operação envolveu um efetivo de 52 policiais civis das regionais de Água Boa e Barra do Garças, 20 viaturas e o apoio de equipes da Sema.

A Polícia Civil continua com as investigações para garantir a segurança e a ordem na região.

Fonte: Governo MT – MT

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Polícia Civil desarticula estrutura financeira de facção envolvida com tráfico de drogas

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (28.4), a segunda fase da Operação Western, com o objetivo de desarticular a cadeia de fornecimento e o fluxo financeiro de um grupo criminoso voltado ao tráfico de drogas em Cuiabá, Várzea Grande e Pontes e Lacerda.

Na operação, são cumpridas sete ordens judiciais, sendo três mandados de busca e apreensão e quatro ordens judiciais de bloqueio de contas bancárias, com limite de até R$ 50 mil por conta, visando atingir o patrimônio obtido com a comercialização de drogas.

As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) e são todas cumpridas na capital.

A ação é desdobramento direto da primeira fase da operação, realizada em junho de 2025, quando foram cumpridos mandados de busca e apreensão que resultaram na prisão em flagrante de dois investigados e na apreensão de entorpecentes, dinheiro e materiais utilizados na atividade ilícita.

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As investigações apontaram a continuidade da atividade criminosa, mesmo após as prisões realizadas na primeira fase, revelando a existência de uma estrutura organizada, com divisão de funções entre os integrantes, incluindo fornecedores, intermediadores e operadores financeiros.

Entre os alvos identificados está o fornecedor responsável por abastecer o grupo com diferentes tipos de entorpecentes, além de outras pessoas utilizadas para movimentação de valores por meio de transferências bancárias, especialmente via Pix, com o objetivo de ocultar a origem ilícita dos recursos.

De acordo o delegado responsável pelas investigações, André Rigonato, o grupo atuava de forma coordenada, na modalidade rateio de drogas. Primeiro faziam a aquisição e o fracionamento, depois a distribuição das drogas, evidenciando a prática dos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

“A segunda fase da Operação Western tem como foco o aprofundamento das investigações, a coleta de novas provas e a descapitalização do grupo criminoso, por meio do bloqueio de ativos financeiros. As investigações seguem em andamento e novas medidas poderão ser adotadas com base na análise do material apreendido”, explicou o delegado.

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Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero Contra as Facções Criminosas, do Governo de Mato Grosso.

Renorcrim

As atividades em curso estão inseridas no cronograma da Operação Nacional da Renorcrim (Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas). A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) e sua Diopi (Diretoria de Operações Integradas e Inteligência). A rede articula as unidades especializadas das Polícias Civis de todo o país, promovendo uma resposta unificada e de alta precisão contra as estruturas do crime organizado.

Fonte: Governo MT – MT

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