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TRE-MT alinha últimos preparativos das eleições com juízes eleitorais e auxiliares

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A presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, se reuniu com juízes eleitorais e juízes auxiliares, nesta terça-feira (1º/10). O objetivo foi alinhar os últimos preparativos para a realização das Eleições Municipais de 2024, que ocorrem no domingo (06.10), em primeiro turno.

Realizado virtualmente, o encontro serviu para reforçar alguns procedimentos e orientações para o pleito, como é o caso da decretação da Lei Seca, por exemplo. “Cada juiz e juíza eleitoral é que deve tomar esta decisão, conforme a realidade de cada localidade, juntamente com os juízes auxiliares, porque cada um conhece a situação local”, afirmou a presidente do Tribunal. A desembargadora também ressaltou que as pessoas que atuarão como suportes de acessibilidade, no dia da votação, estarão identificadas pela Justiça Eleitoral nos locais de votação.

A desembargadora destacou, ainda, que é fundamental a adoção de uma postura que permite aos juízes e juízas agirem de forma equilibrada em determinadas situações. “Temos que usar de bom senso, ligados às normas jurídicas e eleitorais, e estaremos à disposição de todos e todas. Quem realiza as eleições municipais são os juízes e juízas eleitorais, que são as autoridades nos locais de votação. Desejo sucesso no pleito e agradeço pela colaboração, pois sem ela e sem a união, não seria possível realizar as eleições e um trabalho tranquilo”, frisou a presidente do TRE-MT.

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O juiz auxiliar da Presidência do TRE-MT, Aristeu Dias Batista Vilella, repassou as informações relacionadas à segurança definidas pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI). “Iremos compartilhar com todos e todas uma relação com os nomes e contatos dos oficiais de ligação, para facilitar a comunicação e eles também terão os contatos dos juízes e juízas eleitorais e auxiliares”, informou.

Já o diretor-geral do Tribunal, Mauro Sérgio Rodrigues Diogo, solicitou aos magistrados e magistradas que reforcem o horário de votação, que foi unificado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em todo o Brasil. “É importante intensificar essa divulgação nas regiões em que atuam, porque o horário de votação em Mato Grosso será das 7h às 16h, levando em consideração o fuso em relação à Brasília (DF). Também pedimos que o eleitor e eleitora se atente à ordem de votação, já que o primeiro voto é para vereador, com cinco dígitos, e depois é para prefeito, com dois dígitos”.

Entre os presentes na reunião, o juiz da 30ª Zona Eleitoral, com sede no município de Água Boa, Jorge Hassib Ibrahim, fez uma contribuição com relação à organização das filas nas seções eleitorais. “Sempre orientamos aos coordenadores que organizem as filas, para que fiquem no local de votação apenas quem vai votar. Isso ajuda muito no dia e evita tumulto e possíveis práticas irregulares, como boca de urna, por exemplo. Então, é necessário passar essa orientação aos coordenadores e acompanhar”, sugeriu.

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Jornalista: Nara Assis

#PraTodosVerem: Foto da captura de uma sala virtual, que mostra imagens pequenas dos e das participantes da reunião.

Fonte: TRE – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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