MATO GROSSO

Bombeiros de MT combatem incêndio em área de difícil acesso no Portão do Inferno

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso combate, desde terça-feira (1º.10), um incêndio que atinge a região do Portão do Inferno, próximo a MT-251, rodovia que liga Cuiabá a Chapada dos Guimarães. A área, entretanto, é de difícil acesso, o que impede ações diretas contra o fogo.

“Estamos lá desde ontem, assim que o incêndio foi detectado pelos nossos satélites. Nossas equipes estão conseguindo combater em alguns pontos mais próximos da rodovia, mas boa parte do incêndio está concentrada nos paredões. Neste caso, não há como fazer o combate direto, mas enviamos um avião para fazer um reconhecimento de área e, se houver efetividade garantida, vamos lançar água para impedir o avanço das chamas”, explica o tenente-coronel BM Rafael Marcondes, diretor adjunto operacional dos Bombeiros.

Na região do Portão do Inferno, são duas equipes em campo que fazem tanto o combate nas áreas acessíveis como o monitoramento do incêndio para o planejamento de estratégias. A causa do incêndio será apontada posteriormente, após a realização de uma perícia.

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Além deste, há um segundo incêndio na região do Manso, onde os bombeiros militares também fazem o combate.

Ambos os incêndios são monitorados por satélites pelo Batalhão de Emergências Ambientais, em Cuiabá, enquanto o Posto de Comando Temporário de Chapada dos Guimarães faz a coordenação das ações de combate no município.

Crime ambiental

O uso irregular do fogo durante o período proibitivo é crime, conforme prevê a Lei Federal de Crimes Ambientais, e, neste ano, mais de 20 pessoas já foram presas e 112 indiciadas pela Polícia Judiciária Civil. Além disso, somente neste ano o Governo de Mato Grosso já aplicou mais de R$ 80 milhões em multas.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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