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Bope e Polícia Federal apreendem 483 quilos de cocaína e causam prejuízo de R$ 53 milhões ao crime organizado

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Ação integrada do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar e da Polícia Federal resultou na apreensão de 483 quilos de substância análoga à cocaína, na noite desta quarta-feira (10.10), na BR-364, em Rondonópolis. Um homem de 70 anos foi preso em flagrante por tráfico ilícito de drogas.

A apreensão foi realizada após trabalhos conjuntos de investigação das equipes policiais, que identificaram um grande carregamento de drogas vinda de uma propriedade rural em Santo Antônio de Leverger.

De acordo com as informações, as drogas estavam dentro de um caminhão e seriam destinadas para a cidade de Rondonópolis.

Diante da situação, as equipes do Bope e da Polícia Federal iniciaram diligências pela rodovia BR-364 e conseguiram abordar um caminhão baú com as características suspeitas. O veículo era conduzido por um homem, que não carregava nada de ilícito com ele.

Já em verificação minuciosa no baú do caminhão, os policiais identificaram fortes odores de produtos químicos e localizaram um fundo falso nas laterais dos compartimentos de carga do veículo.

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Com a retirada do material, os policiais encontraram diversos tabletes de drogas, que totalizaram 483 quilos, causando prejuízo estimado em R$ 53 milhões ao crime organizado.

Em situação de flagrante, o condutor do caminhão recebeu voz de prisão. O caminhão e as drogas apreendidas foram encaminhados para a sede da Polícia Federal em Cuiabá para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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