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Programa SER Família Habitação está com 1.344 unidades disponíveis para aquisição

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O Programa SER Família Habitação está com 1.344 unidades habitacionais, entre casas e apartamentos, disponíveis para aquisição, por meio da modalidade Entrada Facilitada, no Sistema de Habitação de Mato Grosso (SihabMT).

Na última semana, dois novos empreendimentos foram incluídos na lista, que se somam a oferta das unidades disponíveis no Estado. Trata-se do Residencial Alvorada (módulo C), com 39 casas, em Alta Floresta; e o Residencial Viena, com 50 casas, em Várzea Grande. Confira aqui a relação completa de empreendimentos disponíveis.

Nos dois empreendimentos, as casas são divididas em dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço. Além disso, estão em bairros com toda a infraestrutura urbana, como rede de esgoto, água e asfalto.

A modalidade Entrada Facilitada é operacionalizada pela MT Participação e Projetos (MT Par), que, por meio de uma parceria com a Caixa Econômica Federal (CEF), oferece subsídio de até R$ 20 mil para o cidadão.

Desde que o programa começou a operar na modalidade Entrada Facilitada, em fevereiro de 2024, foram disponibilizas 5.360 unidades habitacionais em todo Mato Grosso.

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“O programa tem se mostrado eficiente e resolutivo porque sana uma das dores das famílias, que é conseguir juntar o dinheiro da entrada. Eu vejo sonhos sendo realizados quando as pessoas saem do aluguel. Sei o que representa para uma família ter a segurança de um lar”, afirma a primeira-dama, Virginia Mendes, idealizadora do Programa SER Família Habitação.

Foram investidos R$ 65,89 milhões em subsídios desde fevereiro de 2024, o que resultou em uma média de 500 aquisições por mês, conforme os números compilados pelo Setor de Habitação da MT Par, responsável por conduzir o programa habitacional nessa modalidade.

Segundo o presidente da MT Par, Wener Santos, os recursos são liberados para o cidadão aplicar na entrada do imóvel e podem se somar a outros programas habitacionais federais e municipais. Assim, em grande parte dos casos, a família consegue zerar a entrada e ainda ter o abatimento no valor das parcelas.

“Quando fazemos as entregas, é muito comum o beneficiário dizer que a parcela ficou menor que o aluguel que pagava. Isso mostra como o programa tornou a casa própria algo viável à população”, relata Wener Santos.

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O programa

Na modalidade Entrada Facilitada, as unidades são adquiridas pelas famílias depois do acesso ao subsídio do Governo de Mato Grosso, que é complementado com os provenientes do Governo Federal.

Os interessados em adquirir uma casa pelo programa SER Família Habitação, que acontece em parceria com a Caixa Econômica Federal (CEF), precisa entrar no site da MT Par. Em seguida, é necessário fazer a inscrição no Sistema de Habitação de Mato Grosso (Sihab-MT).

Após o cadastro, o cidadão deve pegar o número da inscrição e procurar a construtora responsável pelo empreendimento para dar início ao processo documental e posterior avaliação da Caixa Econômica Federal (CEF).

Informações sobre o programa podem ser acessadas no site da MT Par.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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