AGRONEGÓCIO

Congresso das Mulheres destaca protagonismo feminino no agronegócio

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O agronegócio brasileiro tem ganhado cada vez mais protagonismo no cenário global, impulsionado por sua capacidade de produção e inovação. E dentro desse setor, o papel da mulher se fortalece a cada ano, trazendo uma nova perspectiva para o desenvolvimento do campo.

É nesse contexto que será realizado, em São Paulo, hoje e amanhã (23 e 24.10), o 9º Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio (CNMA) com o tema “Mulher agro brasileira: voz para o mundo”.

O evento, promete não apenas debates sobre o setor, mas também uma visão mais ampla e justa do agronegócio brasileiro, com foco na atuação das mulheres.

Com expectativa de receber 3.600 participantes, o congresso conta com uma programação expandida. O palco principal será o centro das palestras, enquanto um hub será dedicado a conteúdos técnicos e científicos. Além disso, três arenas promovidas por patrocinadores trarão discussões específicas sobre desafios e inovações no agro.

Um dos destaques é a entrega do 7º Prêmio Mulheres do Agro, em parceria com a Bayer e a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), que homenageia as mulheres que se destacam no setor, sejam elas produtoras, empresárias, cooperadas ou executivas.

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Outra grande novidade é a criação da “Casa Mulher do Agro”, um espaço que vai além do agronegócio, trazendo atividades ligadas à moda, beleza, arte e bem-estar. Este local será palco de workshops e exposições, além de sessões de autógrafos com o autor José Luiz Tejon Megido.

A presença do Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, está confirmada na abertura oficial do evento, reforçando o peso do Congresso como um dos principais encontros do setor.

Serviço
9º Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio
23 e 24 de outubro
Transamerica Expo Center – São Paulo
Horário: 8h às 18h
Ingresso (3º lote): R$ 1.850,00

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Valor da produção agropecuária atinge R$ 1,4 trilhão em maio

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Mato Grosso manteve a liderança nacional do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) em maio de 2026, com faturamento estimado em R$ 213,5 bilhões, o equivalente a cerca de 15% de toda a produção agropecuária do País, segundo dados da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O desempenho reforça o peso do estado como principal polo do agronegócio brasileiro, puxado sobretudo pela soja e pelo milho.

O resultado estadual ocorre em um cenário de VBP nacional ainda elevado, de R$ 1,4 trilhão, embora com recuo de 4,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. No caso mato-grossense, a liderança se mantém mesmo diante da queda de preços de commodities relevantes no mercado internacional, que impactaram o ritmo de crescimento do indicador em diversas regiões do País.

A força de Mato Grosso no ranking nacional está diretamente associada à concentração de grandes lavouras mecanizadas e à escala de produção de grãos, com destaque para a soja, que segue como principal produto do agronegócio brasileiro em geração de receita, seguida por milho, cana-de-açúcar, café e algodão.

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No recorte estadual, a participação de Mato Grosso reflete também o peso do Centro-Oeste na formação do VBP nacional, região que concentra parte significativa da produção de grãos destinada à exportação. O estado atua como principal origem da soja embarcada para o mercado externo e como um dos maiores fornecedores de milho safrinha do País.

Apesar do desempenho positivo no ranking, o cenário nacional mostra heterogeneidade entre os produtos agropecuários. Enquanto algumas culturas registraram forte retração de preços, como cacau, laranja e arroz, outras apresentaram crescimento, com destaque para batata-inglesa, feijão, mandioca e tomate, segundo o levantamento do Mapa.

Na pecuária, o VBP nacional também apresentou leve queda, influenciado por recuos em segmentos como suínos, frango, ovos e leite, enquanto a bovinocultura registrou avanço e se manteve como principal atividade do setor. Esses movimentos ajudam a explicar a desaceleração do indicador agregado, apesar do patamar ainda elevado de faturamento no campo.

O VBP é calculado mensalmente pelo Ministério da Agricultura com base nas estimativas de produção e nos preços recebidos pelos produtores rurais, funcionando como um termômetro do faturamento bruto gerado dentro das propriedades agrícolas. Os dados de 2026 são preliminares e refletem as informações disponíveis até maio.

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Fonte: Pensar Agro

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