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Corpo de Bombeiros combate incêndio de grandes proporções em fábrica no Distrito Industrial

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, desde a noite de quinta-feira (24.10), um incêndio de grandes proporções em uma indústria fabricante de plásticos, localizada no Distrito Industrial de Cuiabá. Os bombeiros também trabalham para evitar a propagação das chamas para as edificações vizinhas.

As equipes do 1º Batalhão Bombeiro Militar (1º BBM) foram acionadas pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) por volta das 22h20, após solicitação de funcionários da empresa e de indústrias nas proximidades.

Informações iniciais indicavam que o fogo atingiu uma carga do material fabricado, composto por polietileno de alta densidade, que é um plástico rígido, resistente e altamente inflamável, o que contribuiu para a rápida expansão das chamas.

Imediatamente, um total de 28 bombeiros militares e seis viaturas foi mobilizado para atendimento à ocorrência, sendo quatro Auto Bomba Tanque Salvamento, um Auto Rápido e um Auto Tanque, com capacidade de 30 mil litros de água, para apoio na operação.

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Os bombeiros militares permanecem no local, combatendo as chamas até a completa extinção do incêndio. Devido à natureza do material envolvido, as equipes só deixarão a área quando for possível realizar o rescaldo, a fim de evitar uma reignição do fogo e assegurar a segurança, dadas as condições do ambiente.

Apesar da proporção do incêndio, não houve feridos na ocorrência. Até o momento, não há informações sobre as causas do incêndio ou estimativa dos danos e prejuízos registrados.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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