MATO GROSSO

CGE consulta a população para definir prioridades nas auditorias de 2025

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A Controladoria Geral do Estado (CGE) promove uma consulta pública para identificar quais áreas e temas a população considera mais relevantes para as auditorias a serem realizadas em 2025.

O objetivo da pesquisa é ampliar a participação popular, fortalecer a gestão pública estadual e reforçar o compromisso da CGE com a transparência e a melhoria dos serviços públicos.

Entre as áreas sugeridas no formulário, estão a saúde, com foco em temas como gastos com hospitais, qualidade do atendimento e aquisição de medicamentos; e a educação, abrangendo questões como infraestrutura escolar, material didático e programas educacionais.

Na área de segurança pública, a pesquisa contempla temas como equipamentos, atendimento e qualificação profissional. Já em infraestrutura e obras, são abordados assuntos como construção de estradas, edificações de prédios públicos, concessões e transporte intermunicipal.

O meio ambiente também é uma possível área de auditoria, com ênfase em licenciamento ambiental e conservação de áreas protegidas. A população poderá ainda sugerir temas relacionados à gestão de programas sociais, como a distribuição de benefícios e a avaliação de seu alcance e impacto.

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Além das opções predefinidas, os cidadãos terão a oportunidade de inserir outras sugestões específicas no formulário.

Simultaneamente, a Secretaria Adjunta de Controle Interno está realizando uma pesquisa interna com os auditores com o intuito de alinhar as prioridades de auditoria às necessidades de governança do Estado de Mato Grosso e aos desafios enfrentados pela administração pública.

As respostas tanto da sociedade quanto dos servidores serão fundamentais para definir os objetos e escopos de auditoria com maior potencial de impacto para o próximo ano.

A participação da população é essencial para garantir que as auditorias reflitam as áreas mais sensíveis e de maior interesse para a sociedade, contribuindo para uma gestão pública mais eficiente e transparente.

Para participar da pesquisa clique AQUI.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Conselheiros do TCE-MT publicam nota de solidariedade a Waldir Júlio Teis após exoneração da Escola Superior de Contas

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Os conselheiros Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Carvalho, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), divulgaram nota pública de solidariedade ao conselheiro Waldir Júlio Teis, exonerado na segunda-feira (21) da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do órgão. A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, conselheiro Sérgio Ricardo.

No documento, os signatários afirmam que a medida causa “grave preocupação institucional” pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros do Tribunal. Eles defendem que, em uma Corte de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro.

Segundo a nota, nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições. Os conselheiros ressaltam ainda que as prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos.

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Os autores do manifesto consideram que medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger a Corte. Por essa razão, manifestam firme discordância com a decisão e defendem sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Segue integra da nota:

NOTA DE SOLIDARIEDADE AO CONSELHEIRO WALDIR JÚLIO TEIS

Os conselheiros abaixo assinados vêm a público manifestar sua solidariedade ao Conselheiro Waldir Júlio Teis, diante de sua exoneração da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, por ato da Presidência do TCE-MT.

A medida causa grave preocupação institucional pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros desta Corte.

Em um Tribunal de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro. Nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições.

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As prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos. Medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger esta Corte.

Por essa razão, manifestamos nossa firme discordância com a decisão adotada e defendemos sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Cuiabá-MT, 22 de setembro de 2026.

Antonio Joaquim
Conselheiro – TCE/MT

Guilherme Maluf
Conselheiro – TCE/MT

Alisson Alencar
Conselheiro – TCE/MT

Fonte: TCE

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