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Operação integrada prende homem com carga de agrotóxicos contrabandeados avaliada em R$ 7,2 milhões

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Ação integrada entre as Polícias Militares de Mato Grosso e Goiás, Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e Polícia Federal, resultou na apreensão de uma carga de R$ 7,2 milhões em agrotóxicos contrabandeados, nesta quarta-feira (20.11), no município de General Carneiro. Na ação, um homem foi preso em flagrante pelo crime.

A operação foi realizada após os setores de inteligência das forças policiais identificarem o planejamento de uma organização criminosa, especializada na importação, venda e distribuição de agrotóxicos de origem chinesa, que seriam trazidos para o Brasil vindos do Paraguai.

Os policiais também identificaram que parte desses produtos estava em um caminhão em direção a Mato Grosso, por meio da BR-070, para serem levados a fazendas de municípios vizinhos e Estados de fronteira.

Em diligências integradas, os militares abordaram, em General Carneiro, um caminhão com grande carga de agrotóxicos. Em verificação à carga, o motorista do veículo confirmou a origem ilícita dos produtos e que a carga havia sido abastecida em Pedro Juan Caballero, no Paraguai.

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O suspeito também disse que receberia uma grande quantia em dinheiro para o transporte dos materiais, que foram avaliados em R$ 7,2 milhões.

Diante da situação, o homem recebeu voz de prisão em flagrante pelo crime de contrabando.

O suspeito e os produtos apreendidos foram encaminhados para a sede da Polícia Federal em Barra do Garças para registro da ocorrência e demais procedimentos.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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