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Inscrições de artigos para revista Observatório – Cultura e Economia criativa vão até 16 de dezembro

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A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) prorrogou o prazo para seleção de textos e artigos para a publicação na revista Observatório – edição Cultura e Economia Criativa. Interessados têm até o dia 16 de dezembro para fazer a inscrição no site formularios.cultura.mt.gov.br.

A revista tem como finalidade fomentar a produção e o diálogo do setor cultural no Estado. Todas as propostas enviadas para a publicação farão parte do cadastro da Secel para fins de pesquisa, documentação e mapeamento da produção cultural brasileira.

Para mais informações sobre os critérios de seleção, os formatos do texto e a seleção dos artigos clique aqui.

Os temas propostos para os artigos são os seguintes: análises técnicas baseadas em estudos e relatórios da Unidade Observatório da Secel-MT; políticas públicas para a cultura em Mato Grosso; diversidade artística e cultural; expressões artísticas; patrimônio cultural e museus; economia da cultura e economia criativa; inclusão cultural e acessibilidade; educação e cultura e livro, leitura e biblioteca.

O Observatório da Cultura de Mato Grosso – O Observatório atua por meio de coleta de dados, diagnósticos e pesquisas, tendo como objeto motivar a população sobre a importância da cultura como mecanismo de desenvolvimento para a sociedade, como formação de valor, bem estar social e oportunidade de emprego e renda.

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Entre os seus produtos estão os boletins e informativos que refletem o comportamento da gestão administrativa e financeira da Secel e do processo produtivo da cadeia da cultura em Mato Grosso.

Serviço | Inscrição de artigos para revista Observatório

Prazo: até 16 de dezembro
Critérios de inscrição e seleção: www.secel.mt.gov.br/observatorio
Contato para tirar dúvidas: [email protected]
Inscrição: https://formularios.cultura.mt.gov.br/index.php/439431?lang=pt-BR

*Sob orientação de Cida Rodrigues

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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