MATO GROSSO

Polícia Militar inicia segunda semana da Operação Tolerância Zero nesta sexta-feira (06)

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A Polícia Militar de Mato Grosso inicia, na tarde desta sexta-feira (06.12), a segunda semana da Operação Tolerância Zero em todo o Estado. Na Região Metropolitana, o lançamento será realizado em Cuiabá, a partir das 16h, no 1º Batalhão de PM, no bairro Porto.

A operação acontece em todos os 15 Comandos Regionais da PMMT e continua intensificando a presença e atuação da Polícia Militar em todo o território estadual, com foco à detenção de indivíduos em flagrante, apreensão de armas e drogas, além de ações operacionais essenciais para a garantia da ordem pública e segurança da sociedade mato-grossense.

As ações ostensivas e repressivas serão realizadas pelas equipes dos batalhões de área dos municípios e pelas unidades especializadas da PMMT.

Primeira semana

Somente na primeira semana da operação, entre os dias 25 de novembro e 01 de dezembro, mais de 400 pessoas foram conduzidas e 490 quilos de entorpecentes foram retirados de circulação pela Polícia Militar, em todo o Estado.

No período, foram registrados 483 boletins de ocorrências e 20 Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO).

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Serviço | Operação Tolerância Zero

Data: 06.12 (sexta-feira)

Horário: 16h

Local: 1º Batalhão de Polícia Militar – Avenida XV de Novembro, nº 669, bairro Porto, Cuiabá-MT

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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