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Bombeiros salvam recém-nascido que engasgou com leite materno

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) salvou, na manhã desta segunda-feira (06.01), um recém-nascido, de apenas 17 dias de vida, que havia se engasgado com leite materno. O incidente ocorreu em uma residência no bairro Topázio, no município de Sorriso (a 398 km de Cuiabá).

Durante o deslocamento ao local, a equipe do 5° Batalhão Bombeiros Militar orientou, via telefone, a mãe do recém-nascido a realizar as primeiras manobras de desobstrução e posicionamento do bebê.

Ao chegar a residência, a equipe constatou que o recém-nascido apresentava coloração arroxeada e ausência de reações. Imediatamente, os bombeiros militares assumiram o atendimento e aplicaram o protocolo de desobstrução das vias aéreas para vítimas de engasgo.

Em questão de segundos, o recém-nascido começou a chorar, indicando que as vias respiratórias haviam sido liberadas.

Após o procedimento, o bebê foi monitorado e estabilizado. Em seguida, ele foi transportado a uma unidade de saúde, onde recebeu o cuidado médico necessário.

Em situações de emergência, o Corpo de Bombeiros Militar destaca a importância de manter a calma e acionar rapidamente o ramal 193. Em casos de engasgo, recomenda-se buscar orientação profissional e evitar procedimentos que possam agravar o quadro. Ter conhecimento básico sobre manobras de primeiros socorros pode ser decisivo para salvar vidas.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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