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PM e Gefron apreendem cerca de 1 tonelada de cocaína e causam prejuízo de R$ 30 milhões às facções criminosas

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A Polícia Militar, por meio do 6º e 12º Comandos Regionais, e o Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreenderam cerca de 1 tonelada de substância análoga a cocaína, na tarde desta quinta-feira (16.01), em Pontes e Lacerda. A ação causou prejuízo de mais de R$ 30 milhões as facções criminosas. Dois homens foram presos em flagrante.

No âmbito da Operação Tolerância Zero, as equipes do setor de inteligência receberam informações sobre uma caminhonete S10 prata que chegou em Pontes e Lacerda pela região da Vila Guaporé, zona rural do município, com grande carregamento de drogas.

Imediatamente, os policiais militares se deslocaram ao endereço informado e flagraram a caminhonete estacionada na frente de uma residência, com dois homens fazendo o descarregamento de um material.

Durante a abordagem, os suspeitos apresentaram bastante nervosismo. Na verificação da carroceria do veículo, os policiais constataram a presença de todo o entorpecente, que estava sendo transportado livremente em grandes pacotes.

Diante do flagrante, os dois homens receberam voz de prisão e foram conduzidos, junto de toda a droga apreendida, para a sede do 12º Comando Regional em Pontes e Lacerda, para registro da ocorrência e demais providências.

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O comandante do 12º CR, tenente-coronel Sandro Barbosa, destacou a rápida ação e o trabalho integrado das forças policiais para a localização de todo o entorpecente. “Conseguimos rapidamente apurar a denúncia e fazer o flagrante, utilizando toda nossa força, seguindo a determinação do governador Mauro Mendes para dar pronta resposta e tolerância zero a toda ação de facção criminosa”, afirmou.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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