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Mulher é presa pela Polícia Civil por envolvimento com tráfico de drogas em Canarana

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Policiais civis da Delegacia de Canarana prenderam, na segunda-feira (20.1), uma mulher que atuava com a venda de drogas no município. A suspeita de 34 anos foi surpreendida com entorpecentes e autuada em flagrante por tráfico de drogas.

Os policiais já investigavam a traficante há algum tempo e após monitoramento do imóvel onde mora, flagraram o momento em que um usuário foi até a residência.

Quando o usuário saiu do local, os investigadores fizeram a abordagem, sendo encontrada com ele uma porção de crack, que ele admitiu ter comprado da suspeita.

Diante dos fatos, os policiais seguiram até a residência da investigada, onde localizaram um pote com porção de maconha, dinheiro, aparelho celular e maquininha de cartão.

Com a chegada dos policiais na residência, a suspeita tentou quebrar o aparelho celular com o fim de apagar possíveis provas. A investigada também possuía diversas câmeras em pontos estratégicos de sua residência para monitorar a possível chegada de policiais no local.

Diante das evidências, a suspeita foi conduzida à Delegacia de Canarana, onde foi autuada em flagrante por tráfico de drogas, sendo posteriormente colocada à disposição da Justiça.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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