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Seduc dialoga com profissionais da educação do Polo Rondonópolis, troca experiências e alinha metas

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A segunda etapa do movimento “Giro pelas escolas MT”, da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), chegou à Diretoria Regional de Educação (DRE) do Polo Rondonópolis nesta quinta-feira (30.1). As ações da iniciativa continuam nesta sexta-feira (31.1).

O giro busca visitar as 13 DREs do Estado, neste ano letivo de 2025, para dialogar com gestores, coordenadores pedagógicos e professores sobre as metas da Seduc para este ano.

Durante as reuniões, o secretário Alan Porto enfatizou a necessidade de ouvir as demandas e desafios enfrentados nas escolas, criando um espaço de troca de experiências e sugestões.

“Estamos aqui para construir juntos uma educação de qualidade. O diálogo é fundamental para entendermos as realidades de cada região e, assim, traçarmos estratégias efetivas”, afirmou Alan.

Na avaliação dele, a expectativa é que a visita não apenas reforce os laços entre a pasta e as 60 escolas da Rede Estadual nos 14 municípios do polo, mas também estimule a participação ativa da comunidade escolar nas ações educativas. Nas unidades desta DRE, estão matriculados 32.074 alunos para este ano letivo.

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O secretário observa que a educação pública é um esforço conjunto e, por isso, nada se compara à oportunidade de ouvir aqueles que estão diretamente envolvidos nesse processo.

“A educação só avança quando todos participam e têm voz. É crucial compreender as dificuldades enfrentadas para que possamos, juntos, encontrar soluções eficazes. Essa troca de ideias é vital para construir um caminho mais sólido e inclusivo na educação pública”, finalizou.

Os próximos destinos serão os polos regionais de Confresa e de Juína em data a ser definida.

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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