VÁRZEA GRANDE

Coletas de sangue estão sendo feitas em 16 unidades de saúde

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Retomada da oferta do serviço na rede básica foi uma das primeiras ações da nova gestão

Os exames laboratoriais são fundamentais para um diagnóstico confiável porque fornecem dados objetivos e quantificáveis sobre o estado de saúde do paciente. Em Várzea Grande, 16 Unidades Básicas de Saúde (UBS´s), realizam a coleta, e a proposta é estender esse serviço em todos os postos de assistência à saúde do município.

“Estamos estudando essa possibilidade e analisando os contratos para aumentarmos a oferta desse serviço em todas as nossas 26 unidades. A saúde é uma das prioridades desta nova gestão e estamos trabalhando para melhorar a cada dia a qualidade no atendimento à saúde da população várzea-grandense”, destacou o superintendente da Atenção Primária, Márcio Frederico de Macedo Arruda.

O superintendente disse que qualquer pessoa que for às unidades de saúde, deverá ser acolhida e sendo identificada a sua necessidade e vulnerabilidade no momento, a equipe da Atenção Primária estará dando todo suporte. “Havendo a necessidade do exame, o profissional médico poderá emitir os devidos encaminhamentos para realização da coleta. Cabe à UBS posteriormente, realizar os agendamentos dessas coletas”.

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Márcio Frederico lembra que gestantes, idosos, crianças e pacientes com doenças associadas, como cardíacos e hipertensos, têm prioridades e que faz parte da rotina no atendimento. “Essas pessoas sempre têm prioridade para garantir o mais rápido a coleta no atendimento”.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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VÁRZEA GRANDE

Resultado das ovitrampas orienta força-tarefa contra o Aedes aegypti em Várzea Grande

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Equipes de Controle de Endemias e do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) deram continuidade, nesta segunda-feira (10), às ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, em vários bairros de Várzea Grande. A atividade faz parte da segunda etapa do trabalho realizado por meio das ovitrampas, armadilhas utilizadas para identificar a presença e a intensidade da circulação do mosquito no território.

Durante a primeira etapa, realizada no mês de julho, 211 ovitrampas foram instaladas em pontos estratégicos do município. Após cinco dias de exposição, as armadilhas foram recolhidas e encaminhadas ao laboratório, onde os ovos encontrados foram contabilizados e analisados pelas equipes.

A partir dos resultados, foi possível identificar os pontos com maior concentração de ovos do Aedes aegypti. No Setor 1, que contempla a região do Grande Cristo Rei, foram trabalhados os bairros Parque do Lago, Santa Luzia, Santa Clara, Dom Bosco e Cristo Rei, com a delimitação das áreas de foco.

Segundo Roseane Félix, supervisora-geral do Setor 1, no bairro Parque do Lago, por exemplo, foi identificado que o quarteirão 22 apresentou o maior quantitativo de ovos do mosquito e, por isso, foi definido como área prioritária para a atuação das equipes.

A partir dessa identificação, a força-tarefa realizou a delimitação e o bloqueio da área, com o objetivo de eliminar a presença do vetor no quarteirão positivo e nos imóveis circunvizinhos.

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Durante a ação, os agentes percorrem os imóveis de porta em porta, realizando a inspeção de quintais, recipientes que possam acumular água, caixas-d’água e outros possíveis criadouros. Também são realizadas ações de controle mecânico, com a eliminação de recipientes e focos, aplicação de larvicida, quando necessária, e orientação aos moradores.

Roseane explica que o trabalho permite direcionar as ações de campo para as áreas que apresentam maior risco.

“A ovitrampa é uma importante ferramenta de vigilância, porque nos permite identificar onde há maior circulação do mosquito. A partir dos resultados, conseguimos direcionar as equipes para uma atuação mais efetiva, realizando a eliminação dos criadouros, o tratamento quando necessário e, principalmente, orientando os moradores.”

A orientação à população é uma das principais estratégias para evitar a proliferação do mosquito, especialmente antes do período de chuvas, quando aumenta a possibilidade de formação de criadouros. Os moradores são orientados a manter os quintais limpos e sem recipientes com água acumulada, manter as caixas-d’água devidamente tampadas e evitar água parada em pratos de plantas, que devem permanecer secos ou receber areia.

Moradora do Parque do Lago há 40 anos, Conceição Lino, de 65 anos, recebeu as agentes em sua residência e destacou a importância do trabalho de orientação realizado pelas equipes.

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“Eu já conheço elas há muito tempo e já tenho elas como minhas amigas. Acho muito importante o trabalho que elas fazem, a orientação, o conselho e a informação. É um trabalho importantíssimo, principalmente antes que chegue o período das chuvas e aumente os mosquitos. É uma forma de evitar a dengue, a zika e a chikungunya.”

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que o combate ao Aedes aegypti depende da atuação conjunta do poder público e da população. A eliminação de pequenos pontos de água parada dentro das residências é uma das principais medidas para impedir que o mosquito complete seu ciclo de reprodução.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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