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Secretaria avalia vacinar crianças e adolescentes nas escolas municipais

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Com autorização dos pais ou responsáveis, público alvo de 10 a 14 poderá receber imunizante contra a dengue

Com o aumento das notificações de casos de dengue e a baixa procura pela vacina nos postos de atendimentos, a secretaria de Saúde de Várzea Grande estuda a possibilidade de levar às escolas da rede pública municipal, equipes para realizar a imunização dos estudantes, nas faixas etárias entre 10 a 14 anos, público alvo determinado pelo Ministério da Saúde.

“Essa é uma possibilidade que vem sendo estudada juntamente com a equipe da secretaria de Educação. O ano letivo terá início na próxima semana e a nossa preocupação é que essas crianças e adolescentes estejam bem para o ano letivo”, destacou a gerente de Vigilância Epidemiológica, Alessandra Carrera.

A profissional pontuou a necessidade da ampliação da cobertura vacinal, já que no município ainda está abaixo do esperado. “Reconhecemos que muitos pais trabalham o dia todo e não dispõem de tempo para levar os filhos a uma unidade de saúde, e muitos não dispõem de recursos para deslocarem até um posto de atendimento, daí discutimos, juntamente com a equipe técnica da secretaria de Educação, a possibilidade de irmos até as escolas”.

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Alessandra Carrera disse ainda que será feito um cronograma e a escola irá informar o número de alunos – que correspondem ao público alvo – e também ficará com a responsabilidade de enviar o comunicado aos pais sobre a vacinação. Só serão imunizados, aqueles que tiveram autorização dos pais ou responsáveis.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Diagnóstico revela potencial da apicultura para fortalecer a agricultura familiar em Várzea Grande

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Um diagnóstico elaborado pela Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável (SEMMADRS), revelou que a cadeia produtiva da apicultura em Várzea Grande possui grande potencial para ampliar a geração de renda no campo. No entanto, o estudo também identificou entraves estruturais que ainda impedem o crescimento da atividade.

O levantamento, realizado entre abril e junho deste ano, identificou apicultores em atividade nas comunidades rurais Formigueiro, P.A. Dorcelina Folador, P.A. Sadia I e P.A. Sadia III. Além disso, mapeou a produção local, os principais desafios enfrentados pelos produtores e as oportunidades para fortalecer o setor.

Entre os principais gargalos está a ausência de uma Casa do Mel no município. Sem uma unidade de beneficiamento e o Selo de Inspeção Municipal (SIM), os apicultores ficam impedidos de agregar valor à produção e de comercializar o mel em supermercados, farmácias e outros estabelecimentos, além de perderem a oportunidade de explorar economicamente derivados como própolis, cera e geleia real.

“A Casa do Mel é uma unidade de beneficiamento que permite processar, envasar e certificar o mel dentro das normas sanitárias. Com ela, os apicultores podem vender a produção para supermercados, farmácias e programas públicos, agregando valor ao produto e ampliando a renda no campo. Hoje, a ausência dessa estrutura é o principal entrave para o crescimento da apicultura em Várzea Grande, e queremos ajudar esses pequenos produtores a conquistar essa estrutura”, afirma o secretário Ricardo Amorim.

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O diagnóstico também mostra que o mel é comercializado diretamente nas propriedades rurais, em embalagens de um litro, com preço médio de R$ 100, evidenciando o potencial econômico da atividade para fortalecer a agricultura familiar.

O coordenador de Desenvolvimento Rural Sustentável, Leandro Silva, destaca que o estudo oferece um panorama inédito da apicultura no município e aponta caminhos para o fortalecimento da cadeia produtiva.

“Identificamos os principais desafios enfrentados pelos apicultores e as oportunidades para o setor. A implantação da Casa do Mel e a obtenção do Selo de Inspeção Municipal são medidas estratégicas para ampliar a produção, abrir novos mercados e fortalecer a agricultura familiar”, ressalta.

Além da necessidade de uma unidade de beneficiamento, o diagnóstico aponta outros desafios, como os longos períodos de estiagem, que reduzem a florada do Cerrado, e o alto custo dos insumos utilizados no manejo das colmeias. O documento também recomenda a criação de núcleos de produtores e o fortalecimento de parcerias institucionais para ampliar a produtividade e consolidar a apicultura como uma alternativa sustentável de geração de emprego, renda e desenvolvimento no meio rural de Várzea Grande.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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