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Polícia Penal realiza treinamento de inteligência emocional para servidores, familiares e reeducandos

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¿A Polícia Penal realiza, entre 12 e 15 de fevereiro, um curso intensivo do Método CIS, conhecido como o maior treinamento de inteligência emocional do mundo, para reeducandos e servidores da Penitenciária Major PM Zuzi Alves da Silva, de Água Boa, ou familiares dos policiais penais.

Foram formadas três turmas, sendo duas de 20 alunos cada apenas com reeducandos, cujas aulas estão ocorrendo dentro da penitenciária; e uma terceira turma com servidores, cônjuges e filhos. As aulas para este último grupo ocorrem no Fórum de Água Boa.

“O Método Cis é uma experiência transformadora. O curso impacta profundamente em várias áreas da vida, emocional, conjugal, financeira e profissional. É uma verdadeira imersão no autoconhecimento e no desenvolvimento pessoal, trazendo clareza sobre padrões de comportamento e crenças limitantes que nos impedem de avançar”, diz o diretor da penitenciária de Água Boa, Gilberto Oliveira.

A expectativa é que os participantes do Método CIS descubram novas oportunidades de crescimento pessoal e profissional, aprendam a quitar dívidas, multiplicar sua renda e até mesmo a atingir a independência financeira.

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O curso oferece uma abordagem integrada, com a intenção de que cada indivíduo alcance sucesso em todas as áreas de sua vida, sem precisar sacrificar uma em detrimento da outra.

O Método CIS busca com que os participantes sejam capacitados para aprender a transformar suas vidas, alcançar suas metas mais ousadas e viver de maneira plena e equilibrada.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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