MATO GROSSO

Seduc abre inscrições de cursinho preparatório para o Enem 2025

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) abriu as inscrições para o Pré-Enem Digit@l MT, curso preparatório para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2025. Os estudantes podem se inscrever de forma gratuita até o dia 14 de março – clique aqui para se inscrever.

O público-alvo prioritário são estudantes que vão concluir o Ensino Médio (EM), ou que estão no 2º e 3º semestres da Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Os alunos terão aulas presenciais e não presenciais com suporte da plataforma da Rede de Inovação para Educação Híbrida (RIEH), além de outras plataformas parceiras, com acompanhamento de professores da Rede Estadual selecionados para atuarem no projeto.

O cursinho também terá simulados e, inclusive, aulões antes das provas do Enem, que ainda não tem data divulgada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

A edição 2025 do Pré-Enem Digit@l MT trará inciativas inéditas como pílulas de conhecimento (dicas ENEM), fato ou fake (a verdade pela Ciência), jogos, oficinas de redação e entre outras ações que acontecerão paralelamente às aulas regulares, não interferindo na rotina da escola.

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Material didático

Cada estudante inscrito vai receber material específico contendo exercícios e simulados para utilizar durante os nove meses de curso, que vai de março a novembro.

O material didático foi elaborado com base no que será aplicado nas provas, todos estruturados com o objetivo de auxiliar o estudante na sala de aula e em casa.

As atividades do Pré-Enem Digit@l MT serão desenvolvidas em 14 municípios polo: Alta Floresta, Barra do Garças, Cáceres, Confresa, Cuiabá, Diamantino, Juína, Matupá, Pontes e Lacerda, Primavera do Leste, Rondonópolis, Sinop, Tangará da Serra e Várzea Grande.

Enem 2025

O exame é composto por uma redação e 90 questões divididas por quatro áreas de conhecimento: linguagens e suas tecnologias, ciências humanas e sociais aplicadas, ciências da natureza e suas tecnologias, matemática e suas tecnologias. Com a nota do Enem, o estudante concorre a vagas em universidades públicas e privadas de todo o Brasil.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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