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MTPrev alerta que não começou Recadastramento obrigatório de 2025

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O Mato Grosso Previdência (MTPrev) informa que o Recadastramento obrigatório dos beneficiários para o ano de 2025 ainda não teve início. O processo será amplamente divulgado assim que começar. Por isso, é essencial que os beneficiários fiquem atentos às atualizações nos canais oficiais do MTPrev para evitar cair em golpes.

Entenda as diferenças entre Recadastramento e Censo Previdenciário

Tanto o Recadastramento quanto o Censo Previdenciário são processos administrativos obrigatórios, cujo objetivo é garantir a atualização dos dados cadastrais dos beneficiários, assegurando a continuidade no pagamento dos benefícios. No entanto, há diferenças importantes entre eles.

O Recadastramento concentra-se na verificação de informações pessoais, como endereço, dados de contato e comprovação de vida. Já o Censo Previdenciário envolve uma checagem mais detalhada, com a solicitação de dados sobre a vida funcional e financeira do segurado, entre outros dados sensíveis.

Atenção aos golpes

Como ambos os processos requerem o fornecimento de informações pessoais, é comum que golpistas tentem se passar por servidores do MTPrev, entrando em contato com os beneficiários para aplicar golpes. Para evitar cair em fraudes, é fundamental que os segurados fiquem atentos apenas aos canais oficiais de comunicação da fundação. Caso receba alguma ligação ou mensagem suspeita, não responda e procure por atendimento oficial.

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Canais oficiais de atendimento do MTPrev:

• Telefones: (65) 98164-0052 ou 98164-0069
• WhatsApp: (65) 3363-5300
• E-mail: [email protected]
• Atendimento virtual: Maitê – página inicial do website

Regularize seus dados

Se você ainda não realizou o Censo Previdenciário 2023/2024, ainda é possível regularizar seu cadastro. Basta entrar em contato com um dos canais de atendimento do MTPrev, ou comparecer à sede da fundação, localizada na Av. Dr. Hélio Ribeiro, Edifício Concorde, bairro Eldorado, em Cuiabá.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Politec conclui que incêndio em prédio da prefeitura não teve origem criminosa

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.

Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.

No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.


Conforme o perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo, os exames não permitiram identificar o que pode ter provocado o fenômeno termoelétrico, que segundo a literatura pericial pode estar relacionado à sobrecarga elétrica, curto-circuito, ou descarga elétrica contínua.

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“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.

Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.

No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.

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Fonte: Governo MT – MT

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