MATO GROSSO

Polícia Civil prende integrante de associação criminosa especializada em roubos a carros-fortes

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Guarantã do Norte, cumpriu mandado de prisão preventiva contra um dos alvos da segunda fase da Operação Senhor das Armas, deflagrada na manhã desta sexta-feira (28.2), pela Polícia Civil do Pará, com alvo em uma facção criminosa envolvida em ataques a carros-fortes na região de Tucuruí (PA).

O preso, P.H.V.G, é filho de outro criminoso de alta periculosidade, com extensa ficha criminal, sendo apontado como líder de uma associação criminosa, que atua em roubo a bancos, na modalidade “Novo Cangaço”, assim como em roubos a veículos de transporte de valores e tráfico de drogas.

Além dos crimes mencionados, o pai do alvo tem envolvimento com fabricantes e comerciantes de armas de calibre .50 e outras de grosso calibre.

As investigações, conduzidas pela Delegacia de Repressão a Roubo a Bancos e Antissequestro (DRRBA), vinculada a Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), da Polícia Civil do Pará, identificaram a associação criminosa armada, que atuava e planejava roubos a carros-fortes, descobrindo que um dos integrantes do grupo estava escondido na cidade de Guarantã do Norte.

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A desarticulação do grupo criminoso teve início em março de 2023, após uma ação da Polícia Militar, que localizou uma caminhonete Chevrolet S-10, em uma residência de P.H.V.G. na cidade de Tucuruí. Os policiais verificaram que haviam quatro pessoas dentro da casa, que ao perceber a chegada da equipe policial, fugiram pelos fundos do imóvel.

Durante a inspeção da residência, foram encontrados armamentos de alta potencialidade, incluindo fuzis .50, AK-47, munições de alto calibre, balaclavas, explosivos, alimentos e outros materiais relacionados a atividades ilícitas, além de documentação de alguns envolvidos na ação.

Nas investigações, foi possível identificar os integrantes do grupo e chegar a desarticulação da associação criminosa.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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