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Polícia Penal flagra presos tentando levar 29 celulares em frascos de água sanitária para dentro de carceragem

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Dois reeducandos da Penitenciária Central do Estado foram flagrados neste sábado (1º.3) pela manhã tentando levar celulares, escondidos em quatro frascos de produto de limpeza, para dentro da carceragem central da unidade.

Policiais penais de plantão observaram a movimentação dos dois presos, que trabalhavam em atividades internas na penitenciária, ao tentar acessar o portão da carceragem, que leva aos raios internos da unidade. Ambos estavam com os frascos de água sanitária alegando que levariam os produtos a outros custodiados. Contudo, sábado não é dia de entrega de produtos e ao fazer a revista antes da entrada nos raios, os policiais descobriram que os frascos estavam com aparelhos celulares no interior.

O secretário de Justiça, Vitor Hugo Bruzulato, pontua que diversas medidas de segurança foram adotadas na penitenciária para tornar mais restrito os acessos à carceragem central, como parte das medidas definidas dentro do programa Tolerância Zero contra Facções Criminosas. “E assim, coibirmos continuamente a entrada de materiais ilícitos na unidade penal, principalmente, de celulares”, reforçou o secretário.

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O gestor chama atenção para a forma usada pelos reeducandos para tentar transportar os celulares, usando vasilhames de produtos de limpeza que, certamente, foram inutilizados e os frascos usados para camuflar os celulares.

“A secretaria tem cumprido seu papel constitucional que é fornecer regularmente os produtos essenciais aos reeducandos, como itens de higiene pessoal e limpeza, além de colchões, vestimentas, calçados e alimentação. E nas revistas realizadas rotineiramente nas unidades flagramos situações como essa de hoje e outras recentes, como usar barras de sabão entregues para limpeza, ou pratos das refeições, para tentar esconder celulares e outros produtos ilícitos”, explicou o secretário Vitor Hugo.

Os dois presos flagrados neste sábado foram removidos da ala de trabalhadores da penitenciária e recolhidos à carceragem central, além de serem suspensos do trabalho.

Um boletim de ocorrência foi registrado e será encaminhado à Policia Civil para apuração.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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