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Polícia Civil identifica motorista envolvido em acidente com morte de motociclista em Cuiabá

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O motorista envolvido no acidente de trânsito que resultou na morte de um motociclista, na madrugada desta quarta-feira (5.3), na Avenida Emanuel Pinheiro, foi identificado pela Polícia Civil e interrogado, na Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran).

O condutor será indiciado pelos crimes de fuga de local de acidente e omissão de socorro previstos nos artigos 304 e 305 do Código de Trânsito Brasileiro.

O acidente, envolvendo um veículo Honda Civic e uma motocicleta, que vitimou Luís Fernando de Souza Mendes, ocorreu durante a madrugada, por volta das 2 horas, na estrada para Chapada dos Guimarães, no bairro Jardim Florianópolis, em Cuiabá.

Assim que foi acionada sobre os fatos, a equipe da Deletran esteve no local, confirmando o óbito do motociclista. O outro veículo envolvido no acidente fugiu do local, sem prestar socorro à vítima e deixando para trás o para-choque e a placa do automóvel. O motorista foi identificado e interrogado, ainda nesta quarta-feira (5), pelo delegado Christian Alessandro Cabral.

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Por meio de imagens de câmeras de segurança, também foi possível identificar a causa do acidente, sendo verificado que o motociclista (vítima) trafegava na contramão da via, em alta velocidade, quando colidiu no automóvel.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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