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Reunião discute isonomia salarial dos praças da Polícia Militar

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O deputado estadual Dr. João (MDB) promoveu, na quarta-feira (12), uma reunião com os deputados Janaina Riva (MDB), Elizeu Nascimento (PL), o vereador de Tangará da Serra, Horácio Pereira (PL), e representantes dos praças da Polícia Militar (PMMT) para tratar da isonomia salarial na corporação. O encontro, realizado na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), teve como pauta principal o reajuste de 12% nos salários dos praças, visando garantir equidade e reconhecimento aos profissionais que atuam na linha de frente da segurança pública.

Os representantes da PM destacaram as dificuldades financeiras enfrentadas pelos praças, além dos desafios relacionados à saúde, principalmente mental, agravados pela sobrecarga de trabalho e pelas condições de atuação. O deputado Dr. João enfatizou a importância de valorizar os profissionais que dedicam suas vidas à proteção da população.

“Nossa prioridade é garantir que os praças da Polícia Militar tenham condições dignas de trabalho e salário. Eles estão na linha de frente, protegendo vidas e mantendo a ordem, e precisam ser reconhecidos por isso. A isonomia salarial não é apenas uma questão de justiça, mas também de motivação e respeito a quem serve ao estado com tanto empenho”, afirmou o deputado Dr. João.

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A deputada Janaina Riva, que também participou da reunião, reforçou o compromisso com a causa. “Sabemos que existe uma grande diferença dos militares para com os [policiais] civis. Sabemos que chegar ao mesmo salário, talvez o estado não tenha como atender. Mas o pedido é que haja um equilibro, uma isonomia.”, declarou.

O deputado Elizeu Nascimento, um dos principais defensores da pauta, também reforçou o compromisso com a pauta, destacando a necessidade de ações concretas para melhorar a qualidade de vida dos praças. “Precisamos agir rapidamente para resolver essas questões. A valorização dos policiais militares é essencial para a manutenção da segurança e da ordem no estado”, afirmou.

O vereador Horácio Pereira, representando Tangará da Serra, destacou a importância da união entre os poderes para alcançar os objetivos. “Estamos aqui para somar forças e buscar soluções que beneficiem toda a corporação. A Polícia Militar merece nosso apoio e respeito, e essa reunião é um passo importante para alcançarmos a isonomia salarial”, disse.

A reunião marcou o início de uma mobilização conjunta para resgatar a isonomia salarial dos policiais militares, com o compromisso dos parlamentares de levar as demandas ao governo do estado e buscar soluções efetivas.

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Fonte: ALMT – MT

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CPI da Saúde ouve procurador-geral e empresária investigada por contratos da pandemia

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) ouviu, nesta quarta-feira (8), o procurador-geral do Estado, Francisco de Assis da Silva Lopes, e a médica e empresária Virgínia Scaff Gonçalves Grassani Silva, investigada por contratos firmados com a Secretaria de Estado de Saúde (SES) durante a pandemia da Covid-19. Enquanto o procurador respondeu aos questionamentos da relatoria da comissão, a empresária exerceu o direito constitucional ao silêncio em relação às perguntas realizadas pela relatoria da comissão.

Durante o depoimento, Francisco de Assis afirmou que a PGE exerce o controle prévio de legalidade dos processos administrativos, mas não tem competência para fiscalizar a execução dos contratos firmados pela administração pública. Segundo ele, cabe à PGE emitir pareceres jurídicos antes da formalização das contratações, enquanto a fiscalização posterior compete aos órgãos de controle interno e externo. Questionado sobre informações apresentadas pela comissão relativas a pagamentos realizados sem cobertura contratual, afirmou desconhecer os dados.

Na sequência, a comissão ouviu a médica e empresária Virgínia Scaff Gonçalves Grassani Silva. Convocada na condição de investigada, ela compareceu acompanhada por advogado e optou por exercer o direito ao silêncio, garantia assegurada pela Constituição Federal.

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Ao avaliar os depoimentos, a relatoria da CPI da Saúde informou que a equipe técnica fará o cruzamento das informações prestadas durante as oitivas com a documentação reunida ao longo da investigação, subsidiando a elaboração do relatório final da comissão.

A relatoria também informou que irá aprofundar a apuração sobre uma tentativa de ataque cibernético aos sistemas da Secretaria de Estado de Saúde, mencionada durante o depoimento do procurador-geral. Conforme informado à comissão, o caso foi comunicado às autoridades competentes e a CPI aguarda informações da Polícia Federal para dar continuidade às investigações.

Investigação – A convocação da médica e empresária Virgínia Scaff está relacionada aos contratos firmados entre a empresa V. Scaff Gonçalves & Cia Ltda., conhecida como Clínica Rostey, e a Secretaria de Estado de Saúde (SES) para a disponibilização de 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto no Hospital Regional de Cáceres durante a pandemia da Covid-19.

Os contratos, superiores a R$ 4,2 milhões, são investigados por suspeitas de irregularidades. Conforme apurado pela CPI, a empresa, registrada como clínica de dermatologia e estética, não possuía experiência comprovada na gestão de UTIs. Relatórios da Controladoria Geral da União (CGU) também apontam indícios de fraude na dispensa de licitação.

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Ao encerrar a reunião, a relatoria da CPI da Saúde informou que o Plenário da Assembleia Legislativa aprovou a prorrogação dos trabalhos da comissão por mais 180 dias. Também foi aprovada a convocação do médico Luiz Wagner Silveira Golembiowski para prestar esclarecimentos sobre os fatos investigados.

Fonte: ALMT – MT

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