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Polícia Civil identifica e apreende adolescente envolvido em roubo de veículo em Tangará da Serra

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Tangará da Serra (250 km de Cuiabá), realizou, na noite dessa quarta-feira (12.3), a Operação Recuperação Rápida para identificar e localizar o segundo envolvido em um roubo ocorrido no último final de semana.

No dia do roubo, no último domingo (09.3), três suspeitos encapuzados invadiram uma residência em Tangará da Serra e levaram um Jeep Commander e dinheiro.

Na segunda-feira (10.3), com apoio da Delegacia Regional de Tangará da Serra e da Denarc (Divisão de Narcóticos), a equipe da Derf Tangará recuperou o Jeep Commander e parte do dinheiro roubado, além de apreender o primeiro envolvido, menor de idade.

As investigações continuaram e, nesta quarta-feira, o segundo adolescente foi identificado, localizado e levado até a unidade policial, onde foi ouvido, quando confessou sua participação no roubo.

O adolescente afirmou que o crime foi cometido para ajudar um amigo a quitar uma dívida com uma facção criminosa. Parte do valor roubado foi usada na compra de uma motocicleta e de um iPhone. Na mesma ação, uma motocicleta foi apreendida.

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A prisão é parte da Operação Inter Partes, que integra o planejamento da Polícia Civil de Mato Grosso de enfrentamento às facções criminosas, dentro do Programa Tolerância Zero, do Governo do Estado.

As diligências continuam para garantir que todos os envolvidos sejam localizados e responsabilizados. Denúncias podem ser feitas pelo telefone 197 e o sigilo é garantido.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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