VÁRZEA GRANDE

Prefeita visita Marfrig e fala sobre importância de parcerias entre poder público e iniciativa privada

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Uma das maiores empresas de alimentos do mundo está em Várzea Grande e gera cerca de 4.700 empregos com carteira assinada

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), esteve visitando, nesta sexta-feira (4), o frigorífico Marfrig, no bairro da Alameda. Acompanharam a prefeita, a secretária de Desenvolvimento Urbano e Regularização Fundiária, Manoela Rondon, e o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Amorim.

A comitiva acompanhou os serviços do setor de hambúrguer, do setor da desossa, do setor de tratamento de água a qual é devolvida ao rio Cuiabá, entre outros.

Conforme Moretti, é fundamental a realização de parcerias entre o Poder Público e a iniciativa privada para o desenvolvimento municipal, além da realização de projetos sociais. “Infelizmente, perdemos o título de cidade industrial e este é um dos principais desejos nossos à frente da Prefeitura. Quando vejo os números da Marfrig, percebo que dá para mudar essa realidade, dá para termos uma economia melhor e melhorar a renda dos várzea-grandenses, bem como ampliar os postos de trabalho. Sinto orgulho de o Marfrig estar aqui em Várzea Grande, pois vocês levam o nome do nosso Município para o mundo. Torço pelo sucesso do Marfrig e das outras empresas instaladas no Município”, disse a prefeita Flávia Moretti.

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A prefeita convidou o Marfrig para estar presente no futuro Parque Tecnológico. “Este local servirá como uma porta de entrada para que indústrias e empresas estejam mais presentes dentro do nosso Município. E faço esse convite para que vocês estejam lá, pois queremos que todas as empresas de Várzea Grande cresçam e gerem mais empregos à nossa população”, conta Moretti.

O diretor de operações do Marfrig, Celso Cancela, do quadro de funcionários da empresa, 62% são moradores de Várzea Grande. “Hoje, sinto-me várzea-grandense e tenho orgulho disso. Temos nosso quadro de funcionários, em sua grande maioria, moradores deste Município. Geramos mais de 4.700 empregos, somos o maior produtor de hambúrguer do mundo, somos o maior abatedouro do Hemisfério Sul, exportamos para mais de 20 países e, por meio da Prefeitura de Várzea Grande, conseguimos uma parceria para garantir autorização para exportarmos também para o México”, conta Celso.

O secretário de Meio Ambiente, Ricardo Amorim, comenta que o local abate cerca de 3 mil animais por dia. “Estamos trabalhando por todo Município e sabemos da importância de uma empresa desta magnitude em todas as esferas da economia de Várzea Grande. Nosso Município se orgulha em ter uma indústria moderna como esta, que gera milhares de empregos e que alimenta o mundo”, conta Ricardo.

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A secretária de Desenvolvimento Urbano, Manoela Rondon, achou interessante conhecer toda a estrutura do Marfrig. “Não conhecia todos os projetos desenvolvidos como alguns projetos sociais desenvolvidos na região da Alameda. Fico feliz em ver toda essa estrutura dentro de Várzea Grande”, disse Manoela.

O gerente regional administrativo do Marfrig, José Ricardo dos Santos, disse que a empresa está aberta para mais parcerias com Município. “Estamos de portas abertas para a Prefeitura de Várzea Grande, pois já temos algumas parcerias importantes e que são fundamentais. Hoje, mostramos o nosso funcionamento em todos os setores e ficamos felizes em recepcioná-los”, disse Ricardo.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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VÁRZEA GRANDE

Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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