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“Governo investe em todas as áreas para MT aumentar produção de alimentos com sustentabilidade”, afirma vice-governador

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O vice-governador Otaviano Pivetta afirmou, nesta segunda-feira (14.4), durante a Lide Emirates Conference em Dubai, que o Governo de Mato Grosso está criando as condições necessárias para aumentar a produção de alimentos sem abrir novas áreas, por meio de investimentos em infraestrutura e tecnologia.

O evento, que ocorre até quarta-feira (16.4), reúne autoridades, empresários e especialistas do Brasil e dos Emirados Árabes Unidos.

“Estamos investindo fortemente em infraestrutura para garantir o crescimento sustentável de Mato Grosso. Temos o maior pacote de infraestrutura do país, com 6.000 km de asfalto novo a serem entregues até o fim deste ano. Além disso, estamos duplicando a BR-163, uma rodovia fundamental para o escoamento da produção agrícola, e ampliando as concessões de rodovias. Também investimos na construção da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Cáceres, que oferece isenção de impostos e segurança jurídica para os investidores”, afirmou Otaviano, durante a apresentação do painel “A força do agronegócio brasileiro na garantia da segurança alimentar para o mundo”.

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Otaviano destacou que Mato Grosso já representa 30% da produção nacional de alimentos, ocupa a 8ª posição mundial e mantém 60% de seu território preservado. Segundo ele, a meta é alcançar 40% da produção nacional até 2050.

Na oportunidade, o vice-governador também falou sobre o crescimento do setor de biocombustíveis. “Somos líderes na produção de etanol de milho no Brasil e nossa meta é dobrar a capacidade de moagem, alcançando 30 milhões de toneladas por ano. No biodiesel, já temos algumas frotas de caminhões realizando longas distâncias”, destacou Otaviano.

Além do vice-governador, também fazem parte da delegação do Governo de Mato Grosso o secretário de Estado de Fazenda (Sefaz), Rogério Gallo, e a assessora internacional da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Ariana Guedes de Oliveira.

Lide Emirates Conference
Entre os dias 14 e 16 de abril, Dubai e Abu Dhabi recebem autoridades, empresários e especialistas do Brasil e do mundo árabe em uma imersão de conexões, debates e oportunidades para fortalecer os laços econômicos entre os dois países.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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