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Trecho de pista será bloqueado nesta quinta-feira (17)

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Por conta das obras do Complexo Viário Leblon, executadas pelo governo do Estado, um trecho da pista do Viaduto da Avenida Miguel Sutil será bloqueado nesta quinta-feira (17).

Por isso, será adotado um sistema de fluxo e contrafluxo de veículos no sentido Miguel Sutil/Fernando Corrêa e sentido Miguel Sutil-Rodoviária que vai durar das 10h às 17h00. Agentes da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) estarão no local para orientar motoristas.

A restrição é necessária para garantir a segurança dos motoristas, pois vários caminhões estarão no local para despejar materiais de concreto necessários a implantação da terceira via que vai estender a Avenida Miguel Sutil à lateral da alça que liga a Avenida Historiador Rubens de Mendonça com a Avenida Miguel Sutil, nas proximidades da loja de motos Honda.

As obras do Complexo Viário Leblon são realizadas pelo governo do Estado e realizam uma série de intervenções no entorno da Trincheira Jurumirim, na Avenida Miguel Sutil.

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O diretor de trânsito Pedro César Gonçalves orienta motoristas a ter prudência. “Uma solução é buscar rotas alternativas para evitar congestionamentos”, enfatiza.

#PraCegoVer

A matéria é ilustrada com a captação de uma imagem aérea das obras do Complexo Viário Jardim Leblon. Nela, se visualiza prédios comerciais e a extensão da Avenida Historiador Rubens de Mendonça, a popular Avenida do CPA.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal

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O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.

Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.

A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.

A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.

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A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.

A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.

Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.

A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.

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Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.

Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.

A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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