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Desenvolve MT esclarece dúvidas sobre o financiamento de linhas de crédito

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A Desenvolve MT reuniu as principais dúvidas de empreendedores sobre o processo de solicitação de crédito, documentos exigidos, tipos de garantias e liberação de recursos. A instituição oferece linhas de financiamento para fomentar o desenvolvimento de negócios em todo o Estado e preparou respostas objetivas para facilitar o entendimento de quem busca apoio financeiro.

Durante o processo de solicitação, é importante destacar que a Desenvolve MT não realiza nenhuma cobrança para a análise ou solicitação de crédito. O processo é totalmente digital, sem intermediário, e pode ser solicitado no site – clique aqui para acessar.

Confira as perguntas e respostas a seguir que podem servir de orientação na hora de solicitar o financiamento:

Quais documentos são necessários para solicitar o financiamento?

Para a análise inicial do processo, é exigido o faturamento fiscal da empresa e os documentos pessoais do empresário, conforme listados abaixo. Os demais podem ser apresentados após a aprovação na análise de crédito.

DOCUMENTOS DA EMPRESA:

  • Documento de constituição da empresa (Contrato social ou similar);
  • Comprovante de endereço comercial, obrigatoriamente em nome da empresa;
  • Faturamento fiscal: PGDAS (para optantes pelo Simples Nacional) ou ECF (para não optantes) ou Declaração de Faturamento (Para empresas em implantação ou com menos de 12 meses de atividade);
  • Alvará de Funcionamento;
  • Dados bancários da Pessoa Jurídica.
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*Caso sua atividade necessite de alguma licença, a mesma será solicitada após a aprovação do crédito.

DOCUMENTOS DO(S) EMPRESÁRIO(S):

  • Documento pessoal com foto (RG/CPF), CNH válida ou Carteira de Trabalho;
  • Comprovante de endereço residencial em nome do sócio ou do cônjuge;
  • Comprovante de renda: IRPF do último exercício, pró-labore, Holerite (últimos 3 meses) ou declaração de renda (veja modelo de declaração);
  • Comprovante de estado civil (se for o caso);
  • Documentos do cônjuge (se for o caso).

*Esses documentos são obrigatórios na etapa final, durante a formalização do contrato.

Como é feita a liberação do financiamento? E o capital de giro?

Nas linhas de crédito da Desenvolve MT, até 30% do valor pode ser liberado como capital de giro, depositado diretamente na conta da empresa. O restante — no mínimo 70% — é destinado para investimentos, com pagamento feito diretamente ao fornecedor mediante apresentação de nota fiscal.

Solicitei meu crédito, como fico sabendo se a minha proposta foi aprovada?

A Desenvolve MT envia uma mensagem no endereço eletrônico cadastrado informando sobre a aprovação do crédito, incluindo valores, condições e próximos passos a serem seguidos.

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Quais são os meios de comunicação da Desenvolve MT com o cliente?

A Desenvolve MT se comunica com os clientes pelos canais oficiais, sendo por e-mail, Whatsapp ou telefone, através do número (65)3613-7900.

*Com supervisão de Livia Rabani

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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