MATO GROSSO

MT Hemocentro realiza coleta de sangue na Procuradoria Geral de Justiça em Cuiabá

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O MT Hemocentro, único banco de sangue público de Mato Grosso, realizará, em parceria com o Ministério Público de Mato Grosso, a coleta de sangue na sede da Procuradoria Geral de Justiça nesta quarta-feira (30), das 08h30 às 15h30. A ação é voltada a todos os moradores, trabalhadores e estudantes da região do Centro Político Administrativo.

Pessoas interessadas em realizar a doação podem fazer o pré-agendamento através do formulário disponível neste link. A Procuradoria Geral de Justiça está localizada na R. 4, s/n – Centro Político Administrativo, em Cuiabá.

A iniciativa é realizada pelo programa Vida Plena, do Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho do Ministério Público, que busca contribuir para estabilizar os estoques do banco de sangue.

O estoque de banco de sangues está em estado de alerta, como o A-, e em estado de atenção para os tipos O- e O+.

A diretora do MT Hemocentro, Gian Carla Zanela, ressalta a importância da parceria. “Convidamos todos a realizarem o gesto nobre de doar sangue, uma atitude simples que pode salvar vidas. Assim, poderemos continuar ajudando quem mais precisa de doações em nosso Estado”, ressaltou.

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Para ser doador de sangue, é necessário ter entre 16 e 69 anos e 11 meses, pesar mais de 50 quilos, estar em bom estado de saúde e ter uma alimentação saudável. Quem quiser doar sangue deve comparecer a ação portando um documento oficial com foto. Para menores de 18 anos, é obrigatório apresentar um documento assinado pelo pai, mãe ou responsável legal.

De acordo com o Ministério da Saúde, homens podem fazer até quatro doações por ano, com intervalo de dois meses entre cada uma. Já as mulheres podem doar sangue três vezes ao ano, com intervalo de três meses entre cada doação. As doações são seguras e levam cerca de 60 minutos para serem realizadas. Não é recomendado doar sangue em jejum, realize alimentação leve e equilibrada antes de doar.

*Com informações da assessoria do Ministério Público de Mato Grosso

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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