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Corpo de Bombeiros promove 3° Desafio de Salvamento Veicular a partir desta quarta-feira (14)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realiza, nesta quarta-feira (14.5), a partir das 9h, a abertura do 3º Desafio de Salvamento Veicular. O evento reunirá equipes de militares para uma competição técnica que simula o resgate e salvamento de vítimas presas às ferragens após acidentes automobilísticos.

O desafio será realizado no estacionamento do Pantanal Shopping, em Cuiabá, durante todo o dia, e segue até a sexta-feira (16.5). Ao longo dos três dias do evento, serão utilizados 22 veículos para simular diversos cenários de acidentes com o máximo de realismo, visando aproximar a ação dos militares das situações enfrentadas no serviço operacional.

O objetivo é testar a habilidade e agilidade dos bombeiros militares, promovendo a padronização de procedimentos e o aprimoramento das técnicas de salvamento veicular. Ao todo, 64 bombeiros militares, divididos em 10 equipes representando todas as unidades operacionais do Estado, participarão diretamente do desafio.

O evento é gratuito e aberto ao público interessado em acompanhar as ações dos bombeiros militares. O major BM Rivaldo Miranda de Andrade, coordenador do desafio, estará disponível no local para esclarecimento de dúvidas.

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Serviço | Corpo de Bombeiros promove 3° Desafio de Salvamento Veicular a partir desta quarta-feira (14)

Data e horário: Quarta-feira (14.5), a partir das 9h | Demais dias: a partir das 9h
Local: Estacionamento do Pantanal Shopping – Av. Historiador Rubens de Mendonça, 3300 – Jardim Aclimação, Cuiabá.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Operação da Polícia Civil mira grupo que manipulava imagens de adolescentes e vendia como conteúdos pornográficos

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A Polícia Civil deflagrou, nesta quarta-feira (27.5), a Operação Máxima Proteção, para cumprir três ordens judiciais em Juína, Sinop e Cacoal (RO), visando desarticular um grupo investigado pela produção, armazenamento e comercialização de conteúdos pornográficos ilícitos envolvendo manipulação digital de imagens de adolescentes.

A investigação conduzida pela Delegacia de Juína começou após a identificação de quatro adolescentes, alunos de uma escola particular do município, suspeitos de envolvimento no caso. Com o avanço das apurações, a Polícia Civil também identificou a participação de maiores de idade, o que levou à abertura de um inquérito para aprofundar as investigações.

Até o momento, aproximadamente 30 vítimas foram identificadas em Juína, a maioria adolescentes, estudantes de duas escolas particulares do município e também do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT).

Segundo a investigação, os suspeitos usavam uma ferramenta de inteligência artificial para alterar e criar conteúdos falsos com aparência realista, dificultando a identificação da fraude.

Durante as diligências, os elementos técnicos demonstraram que os investigados produziam montagens pornográficas ilícitas utilizando imagens das vítimas, armazenavam os arquivos em dispositivos eletrônicos e serviços de nuvem, além de compartilharem os conteúdos com terceiros. A investigação apontou que as práticas ocorriam de forma reiterada e organizada, com divisão implícita de funções entre os envolvidos.

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As apurações indicam ainda que dois adolescentes, ambos de 15 anos, passaram a explorar economicamente os conteúdos produzidos, cobrando valores que variavam de R$ 30 por fotografia a até R$ 120 por vídeo.

Os extratos bancários analisados revelaram movimentações financeiras compatíveis com atividade ilícita, demonstrando recebimentos frequentes, diversidade de remetentes e compatibilidade com os valores negociados nas conversas obtidas durante a investigação.

A análise dos dados identificou compradores distribuídos em diversos estados da federação, incluindo Minas Gerais, Pará, Rondônia, Tocantins e Bahia, evidenciando o caráter interestadual da prática criminosa e aumentando a complexidade investigativa.

Também foi constatado que os suspeitos utilizavam perfis falsos em redes sociais, com identidades femininas fictícias, utilizados para divulgação dos conteúdos ilícitos, contato com compradores e simulação de legitimidade. O Facebook era a principal plataforma utilizada pelo grupo.

As investigações apontam que os envolvidos atuavam de forma minimamente organizada, com produção sistemática de conteúdo pornográfico ilícito, compartilhamento de ferramentas tecnológicas, divisão de tarefas e planejamento financeiro.

No estado de Rondônia, a operação teve como alvo um homem de 20 anos, investigado por participação nos fatos apurados. O mandado de busca e apreensão contra ele foi cumprido pela equipe de Juína, com apoio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cacoal (RO), após levantamento do Núcleo de Inteligência (NI) do Núcleo de Inteligência da Delegacia de Cacoal.

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Os investigados poderão responder, em tese, pelos crimes previstos no Art. 241-C da Lei nº 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente), além de outros delitos eventualmente identificados no decorrer das investigações.

“A Operação Máxima Proteção reforça o compromisso da Polícia Civil com a proteção integral de crianças e adolescentes e destaca a importância da conscientização sobre os riscos e consequências do uso criminoso de ferramentas de manipulação digital”, afirmou o delegado Jean Andrade Araújo.

Fonte: Governo MT – MT

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