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Sistema de monitoramento de crimes desenvolvido pela Sesp é destaque nacional

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“Esse programa realmente nos mostra o quanto nós estamos avançados e o quanto fica fácil acompanhar cada um dos indicadores criminais, ampliando a capacidade de visualização, compreensão dos territórios do que os dados dizem por si só”, afirmou o representante da coordenação-geral de Análise e Estatística do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), Kleber Maciel de Farias Júnior sobre o Geoportal. O sistema desenvolvido pela Secretaria de Segurança Pública (Sesp) foi destaque durante o Encontro Nacional de Gestores Estaduais de Estatísticas de Segurança Pública, realizado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). O evento teve inicio no dia 12/5 e terminou nesta sexta-feira (16), em Brasília.

Utilizado pela primeira vez nas Eleições de 2024 para monitoramento em tempo real de crimes eleitorais o sistema foi desenvolvido pelo setor de Tecnologia da Informação da Sesp.

A superintendente do Observatório de Segurança Pública (OBS), Tatiana Pilger e coordenadora de Análise Criminal Fabiane Melo, que apresentaram o Geoportal durante o evento, destacaram a eficiência e os resultados positivos obtidos a partir da implantação do programa.

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“O sistema permite acompanhamento em tempo real de ocorrências, facilitando a tomada de decisões mais eficazes, oferecendo uma resposta à população das medidas de segurança pública muito mais rápida”, pontou a superintendente.

Tatiana Pilger acrescentou que Mato Grosso apresentou uma ferramenta de otimização da prestação de serviço de segurança pública e que outros estados manifestaram interesse em fazer uma visita técnica e conhecer a ferramenta.


Atualmente, o mesmo sistema é utilizado para monitoramento de ocorrências como violência nas escolas, crimes contra a vida e crimes envolvendo facções criminosas e conflitos agrários.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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