O gerente de uma fazenda situada na região do pantanal, no município de Poconé (104 km ao sul de Cuiabá), foi preso em flagrante na terça-feira (20.5), pela Polícia Civil, por promover queimada ilegal de madeira sem a devida autorização ambiental.
A prisão foi realizada pela Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), durante fiscalização integrada com o Batalhão de Emergências Ambientais (BEA) e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).
O suspeito, de 67 anos, foi atuado em flagrante por crime ambiental previsto no artigo 41 da Lei n. 9.605/1998 – provocar incêndio em mata ou floresta.
A prática criminosa foi identificada por meio de imagens aéreas e no local constatou-se a enleiração e queima de madeira. O responsável pela área rural não apresentou licença ambiental válida para a respectiva atividade.
Na ocasião o gerente alegou desconhecer a necessidade de autorização, atribuindo essa responsabilidade ao arrendatário da propriedade.
A legislação proíbe expressamente o uso do fogo sem autorização dos órgãos ambientais competentes, razão pela qual o gerente da fazenda foi conduzido até a Dema para esclarecimentos, onde foi ouvido e autuado em flagrante delito.
A Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) ressalta que a partir do dia 1º de junho, terá início o período proibitivo de queimadas no Pantanal, sendo terminantemente vedado o uso do fogo, mesmo com autorização.
Queimadas ilegais representam grave ameaça à fauna, flora e à saúde humana, e serão tratadas com o rigor previsto em lei.
A Polícia Civil de Mato Grosso reforça que a proteção do bioma pantaneiro é prioridade, especialmente diante da vulnerabilidade da região a incêndios de grandes proporções.
Denúncias sobre crimes ambientais podem ser feitas pelo disque 197.
O proprietário de uma empresa transportadora e locadora de máquinas agrícolas foi alvo de operação da Polícia Civil, deflagrada nesta segunda-feira (27.4), dentro de investigações conduzidas pela Delegacia de Pontes e Lacerda.
O empresário, de 53 anos, é investigado pelos crimes de transporte e armazenamento irregular de combustível, com destino ao garimpo ilegal.
A ação foi deflagrada para cumprimento de três ordens judiciais, sendo um mandado de busca e apreensão domiciliar, um mandado de suspensão de atividade de empresa e um mandado de monitoramento por tornozeleira eletrônica, expedidos pela 3ª Vara criminal de Pontes e Lacerda.
Durante buscas na residência, nenhum material ilícito foi encontrado. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos o aparelho celular do investigado e as chaves do caminhão da empresa.
Os policiais também realizaram a notificação sobre a suspensão da atividade da empresa e encaminharam o investigado para colocação do monitoramento eletrônico.
As investigações seguem em andamento para esclarecimento de todos os fatos e identificação de outros possíveis envolvidos.
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