A Polícia Militar prendeu sete homens em flagrante por furto e formação de quadrilha, nesta terça-feira (20.5), em Juína. Os suspeitos estavam se passando por funcionários de uma empresa de telefonia e furtando fios de cobre e fibra óptica. Na ação, militares localizaram e recuperaram 5,8 toneladas de fios furtados pelo grupo.
Conforme o boletim de ocorrência, a equipe da Força Tática do 8º Comando Regional recebeu informações do setor de inteligência sobre um grupo de pessoas que estavam cortando fios de cobre e de fibra óptica em diversos pontos da cidade. A denúncia destacava que parte dos suspeitos estava realizando o corte de fios naquele momento.
Os militares iniciaram diligências e flagraram um adolescente guardando alguns fios dentro de um HB20 de cor prata, que estava ocupado por um homem. Questionados pela PM sobre a ação, os suspeitos afirmaram que haviam sido contratados por um homem, de uma empresa de telefonia, para fazerem a retirada dos fios do local.
Os policiais fizeram contato com representantes da empresa citada pela dupla e receberam as informações de que os suspeitos não eram funcionários do estabelecimento. Diante da situação, a dupla recebeu voz de prisão e foi conduzida até a sede do 20º Batalhão de PM.
No local, a dupla relatou que estava na companhia de outros suspeitos, em um hotel, onde todos fariam parte de uma mesma quadrilha responsável pelo corte e furto de fios de cobre e de fibra óptica no município.
Os militares foram até o hotel e encontraram os outros cinco suspeitos. Em contato com a PM, os homens confirmaram que estavam realizando o furto dos fios. Eles disseram que vieram de Cuiabá para cometer o crime e que os materiais estavam escondidos em uma quitinete da cidade.
A equipe da Força Tática se deslocou até a residência informada e encontrou todo o material em diversos cômodos da casa. Todos os fios estavam cortados e prontos para transporte, totalizando 5,8 toneladas de materiais furtados.
Também no local, os policiais encontraram uniformes falsificados da empresa, capacetes e materiais de proteção individual e alicates de corte.
Toda a quadrilha foi conduzida para a delegacia de Juína, com todo o material recuperado, para registro da ocorrência e entregues à Polícia Judiciária Civil para demais providências.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (28.4), a Operação Escudo Invisível, para apurar denúncias de crimes de posse ilegal de arma de fogo e possível crime ambiental no município de Canarana.
Na operação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão em uma propriedade rural, que resultou na apreensão de duas armas de fogo e mais de 130 munições e na prisão em flagrante do investigado pelo crime de posse ilegal de arma de fogo e munições.
As investigações iniciaram no dia 7 de abril, após o recebimento de denúncia pelos policiais da Delegacia de Canarana sobre armas armazenadas em uma propriedade rural localizada a aproximadamente 25 quilômetros da zona urbana do município.
Com base nas informações apuradas, foi representado pelo mandado de busca e apreensão contra o investigado que foi deferido pela Justiça. No local, os policiais confirmaram a veracidade da denúncia, apreendendo uma carabina calibre 38 e uma espingarda calibre 22, além de 130 munições de diferentes calibres.
Diante das evidências, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Canarana, onde após ser interrogado, foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo e munições, sendo arbitrada fiança de três salários-mínimos.
O investigado possui antecedente pelo mesmo tipo de crime registrado no ano de 2024, na cidade de Cocalinho.
Durante as investigações, a equipe da Polícia Civil também teve acesso a um vídeo em que o investigado aparece exibindo uma cobra da espécie sucuri pendurada em um equipamento agrícola, com o intuito de demonstrar seu tamanho.
A veracidade das imagens e eventual autoria na morte do animal serão apuradas no decorrer das investigações de inquérito policial para apurar crime ambiental contra a fauna.
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