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Bombeiros socorrem duas mulheres feridas após colisão entre motocicletas

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) socorreu, na segunda-feira (20.5), por volta das 18h, duas vítimas de um acidente de trânsito envolvendo motocicletas no cruzamento da Avenida Mato Grosso com a Avenida São Paulo, em Lucas do Rio Verde (a 332 km de Cuiabá).

Ao chegarem ao local, os bombeiros militares da 13ª Companhia Independente de Bombeiros Militar (13ª CIBM) encontraram duas mulheres feridas após a colisão. Uma delas, uma jovem gestante de 35 semanas, estava consciente, orientada e caminhando no local no momento da chegada da equipe.

Ela havia retirado o capacete por meios próprios e apresentava sangramento nasal e hematoma na região da cabeça. Ao avaliarem a jovem, a equipe de resgate constatou que os movimentos fetais estavam presentes. Ela foi monitorada quanto aos sinais vitais e à condição obstétrica.

Já a segunda vítima também estava consciente, porém permanecia deitada no solo. Ela utilizava capacete e apresentava uma fratura no tornozelo esquerdo, além de escoriações nos braços e pernas. Os bombeiros militares realizaram a imobilização do membro afetado, pranchamento e estabilização da paciente para transporte.

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As duas vítimas foram encaminhadas ao Hospital São Lucas para avaliação médica especializada. Além do CBMMT, a Guarda Civil Municipal e a Polícia Militar também estiveram no local prestando apoio à ocorrência.

Não há informações sobre as circunstâncias do acidente.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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