A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) assinou o contrato com o Consórcio Integra BRT, o primeiro para a conclusão das obras de implantação do Sistema BRT. O contrato tem um valor de R$ 155,1 milhões e prazo de conclusão de 180 dias após a assinatura da ordem de serviço.
Este consórcio ficará responsável por executar o remanescente das obras do corredor que liga a Avenida do CPA até o Terminal de Várzea Grande. Isso inclui: o trecho da Avenida do CPA entre o Viaduto da Sefaz e a Defensoria Pública; o trecho da Avenida Tenente-Coronel Duarte entre o CREA e a ponte Júlio Müller; um trecho em Várzea Grande entre o aeroporto Marechal Rondon e o novo terminal.
Drenagem
O contrato assinado inclui obras de drenagem na Avenida Tenente-Coronel Duarte próximo ao Shopping Popular, local que registrou diversos alagamentos nos últimos anos.
Importante ressaltar que a melhoria de drenagem em toda a bacia da Prainha está a cargo da concessionária Águas Cuiabá, em um acordo com a prefeitura da Capital. O início dessas obras já foi noticiado pela concessionária.
A implantação do Sistema BRT inclui outro ramal, ligando a região do Coxipó até o centro de Cuiabá. Para dar mais celeridade ao andamento das obras, o Governo de Mato Grosso decidiu separar as obras do BRT em diversos lotes. Por isso, as obras para implantação do sistema na Avenida Fernando Corrêa da Costa e Coronel Escolástico serão licitadas separadamente.
Também serão licitados de forma separada a construção dos terminais, a instalação das estações, a construção de obras de artes especiais (pontes e viadutos), a sinalização viária e a implementação do Sistema de Transporte Inteligente.
Obras em andamento
O Consórcio BRT segue executando as obras de implantação dos corredores em dois trechos da Avenida do CPA. Um entre o Crea e a Defensoria Pública e outro entre o Viaduto da Sefaz e o Hospital do Câncer.
Com a concretagem das pistas, calçadas e implantação do Parque Linear as obras seguem dentro do cronograma previsto no acordo de rescisão contratual com o Consórcio. De acordo com o prazo estabelecido no acordo, a previsão para entrega deste trecho é para o mês de agosto.
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (30.4), a Operação Rede Difusa para cumprimento de ordens judiciais com o objetivo de desarticular uma rede de distribuição de entorpecentes, pulverizada em pontos de comercialização em diversos bairros de Cuiabá.
Na operação, são cumpridos três mandados de prisão e cinco de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cuiabá.
A investigação, conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), identificou a existência de uma estrutura criminosa caracterizada pela atuação pulverizada, com pequenos núcleos independentes de venda de drogas. Embora de baixa complexidade individual, os pontos formavam uma rede difusa de abastecimento e distribuição de entorpecentes na capital.
Segundo o delegado responsável pelas investigações, Ronaldo Binoti Filho, o cumprimento das ordens judiciais busca não apenas a responsabilização dos investigados, mas também a apreensão de substâncias ilícitas, valores oriundos da atividade criminosa e outros objetos relacionados ao tráfico de drogas.
“A operação busca o enfrentamento qualificado ao tráfico de drogas, sobretudo às estruturas que, mesmo de pequeno porte, contribuem significativamente para a disseminação da criminalidade, como ocorrências de furtos, roubos e homicídios, e seus reflexos sociais”, disse o delegado.
As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros envolvidos e aprofundar a responsabilização criminal dos integrantes da rede.
Rede Difusa
O nome da operação faz referência à forma de atuação do grupo investigado, que operava de maneira descentralizada, espalhando pontos de venda em diferentes regiões da cidade, dificultando a repressão estatal e ampliando o alcance da distribuição de entorpecentes.
Operação Pharus
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.
Renorcrim
As atividades em curso estão inseridas no cronograma da Operação Nacional da Renorcrim (Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas). A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) e da Diopi (Diretoria de Operações Integradas e Inteligência).
A rede articula as unidades especializadas das Polícias Civis de todo o país, promovendo uma resposta unificada e de alta precisão contra as estruturas do crime organizado.
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