MATO GROSSO

TRE-MT planeja ações de ampliação do cadastro biométrico

Publicado em

A ampliação do cadastro biométrico de eleitores e eleitoras em Mato Grosso foi o tema central de uma reunião realizada na manhã desta segunda-feira (26.05), na sede do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Coordenado pela Corregedoria Regional Eleitoral (CRE), o encontro contou com a participação de representantes de diversos setores, com o objetivo de discutir ações que visem ao aumento da cobertura da biometria no cadastro eleitoral.

Atualmente, das 2,6 milhões de pessoas aptas ao voto no estado, pouco mais de 2,2 milhões possuem o cadastro biométrico, ou seja, 86,7%. Na reunião, a Corregedoria elencou 12 Zonas Eleitorais que devem receber mais atenção no planejamento das ações. São elas: 1ª, 39ª, 51ª e 55ª ZEs, com sede em Cuiabá; 20ª e 49ª ZEs, com sede em Várzea Grande; 28ª ZE, com sede em Porto Alegre do Norte; 57ª ZE, com sede em Paranatinga; 35ª ZE, que fica em Juína; 11ª ZE, em Aripuanã; 27ª ZE, com sede em Juara; e 43ª ZE, em Sorriso.

Entre as medidas que estão sendo analisadas pela equipe da CRE, estão a ampliação do horário de atendimento ao público; intensificação de mutirões, principalmente em comunidades rurais, indígenas e quilombolas; revisão dos critérios do prêmio Esemplare, visando à valorização de Zonas Eleitorais que obtenham melhor desempenho na coleta de dados biométricos; entre outros.

Leia Também:  Credenciamento para Campeonato Ibero-Americano de Atletismo em Cuiabá está aberto

A presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, esteve na reunião e reiterou o comprometimento com as ações que serão definidas pela equipe. “A presidência está com vocês nesta missão e tenho certeza de que iremos avançar no cadastro biométrico em nosso estado”, afirmou.

O juiz auxiliar da Corregedoria Regional Eleitoral, Marcelo Sebastião Prado De Moraes, frisou a importância de fortalecer e ampliar as parcerias com outros órgãos públicos. “No caso dos Cartórios Eleitorais, é importante a celebração de Termos de Cooperação com as Prefeituras para disponibilização de mais pontos de atendimento ou, dentro do possível, ampliação do horário. No âmbito estadual, já temos parcerias com o Executivo, Legislativo e Judiciário e podemos intensificar isso, pois a segurança do voto deve ser um interesse comum de toda a sociedade”.

Segundo o diretor-geral do TRE-MT, Mauro Sérgio Rodrigues Diogo, é preciso elaborar o planejamento o quanto antes, a fim de garantir orçamento para custear as ações. “Temos que fazer o máximo possível este ano, porque para 2026 o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) já sinalizou que não terá recurso orçamentário para ações voltadas à biometria. No caso dos mutirões, por exemplo, temos os gastos com diárias e deslocamentos das equipes de servidores e servidoras que farão os atendimentos”, pontuou.

Leia Também:  Criminoso condenado pela Justiça de MT é preso na Bolívia

O coordenador da Corregedoria, Breno Antonio Sirugi Gasparoto, explicou que serão concluídos relatórios, como por exemplo, o da Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP), a fim de que sejam levantados dados de quadro de pessoal disponível para atendimento em cada Zona Eleitoral. Dessa forma, será possível verificar a possibilidade de ampliação do horário de atendimento e de que foram isso poderá ser feito. Além disso, a Secretaria de Tecnologia da Informação (STI) fornecerá relatório com dados do eleitorado sem biometria por local de votação, e outros detalhamentos que ajudarão a nortear o planejamento.

Após a conclusão do planejamento, uma campanha massiva será elaborada pela Assessoria de Comunicação do TRE-MT, divulgando as ações definidas e para conscientizar a população sobre a importância da biometria para a segurança do voto, além de conclamar o eleitorado a fazer o cadastro da digital.

Jornalista: Nara Assis

#PraTodosVerem: Foto principal que mostra os participantes da reunião, sentados ao redor de uma grande mesa retangular, a maioria está olhando para um slide projetado na parede, que fica próxima a uma das pontas da mesa. No corpo do texto, tem uma foto de outro ângulo, com os mesmos participantes e a presidente do TRE-MT, que está de pé, conversando com eles.

Fonte: TRE – MT

Advertisement

MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

Published

on

Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

Leia Também:  Governo entrega Rodovia do Jaú em Juara: "É mais qualidade de vida para as pessoas", destaca prefeito

A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA