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TRE-MT contribui com debates sobre força de trabalho e avanço da biometria no 88º COPTREL

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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) participou, nesta quinta-feira (05.06), da reunião dos diretores-gerais dos Tribunais Regionais Eleitorais, realizada durante a programação do 88º Encontro do Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (COPTREL), em Bonito, Mato Grosso do Sul. A pauta da reunião priorizou a troca de experiências entre os regionais e a apresentação de soluções para o fortalecimento da estrutura administrativa da Justiça Eleitoral.

Representando o TRE-MT, o diretor-geral Mauro Sérgio Rodrigues Diogo destacou a importância de buscar alternativas para garantir força de trabalho nos cartórios eleitorais, com a exposição de cenários, possibilidades e resultados práticos das ações adotadas pelos tribunais. O objetivo comum é assegurar um atendimento de qualidade à população, mesmo diante de limitações orçamentárias e de pessoal.

“A troca de experiências entre os regionais é fundamental para aperfeiçoarmos a gestão. Estamos discutindo alternativas viáveis para manter a qualidade no atendimento, especialmente no interior do estado”, afirmou Mauro Diogo.

Outro tema prioritário do encontro foi o avanço do cadastro biométrico, especialmente neste ano não eleitoral, considerado estratégico para ampliar a base de eleitores com biometria coletada. Durante a reunião, foram discutidas ações e iniciativas regionais para estimular os eleitores a procurarem os cartórios desde já, evitando aglomerações no período de fechamento do cadastro eleitoral.

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“A biometria é uma ferramenta essencial para a segurança do processo eleitoral. Quanto mais cedo a população procurar os cartórios, mais eficiente será o atendimento. Estamos empenhados em ampliar esse cadastro nos próximos meses”, destacou o diretor-geral.

Além da biometria e da força de trabalho, os diretores-gerais também discutiram temas relacionados à modernização de serviços, gestão de pessoas e planejamento institucional. As contribuições colhidas durante o encontro serão levadas aos presidentes dos TREs, que se reúnem oficialmente nesta sexta-feira (06.06).

Jornalista: Daniel Dino

#PraTodosVerem: A primeira imagem mostra um grupo de autoridades e participantes posando para uma foto oficial durante a 88ª edição da Coptrel (Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais). Eles estão posicionados em frente a um painel temático do evento, que inclui o logotipo da Coptrel e ilustrações representando a Justiça Eleitoral. A segunda imagem mostra o diretor-geral do TRE-MT, usando terno e gravata, sentado à mesa durante o 88ª Coptrel, identificado como Mauro Sérgio Rodrigues Diogo, conforme a placa à sua frente. Na mesa também estão uma pequena bandeira do estado de Mato Grosso, um crachá e alguns documentos. O ambiente tem iluminação azulada e clima formal, típico de reuniões institucionais. Ao fundo, outras pessoas participam da atividade.

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Fonte: TRE – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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