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Operação Lei Seca prende dez condutores embriagados e remove 42 veículos em Cuiabá

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Operação Lei Seca realizada na madrugada deste sábado (07.6), em Cuiabá, terminou com dez condutores presos por embriaguez ao volante e remoção de 42 veículos (39 carros e duas motocicletas). A ação ocorreu na avenida Isaac Póvoas, no Centro.

Além dos condutores detidos por embriaguez, os agentes fiscalizadores prenderam um motoqueiro que estava com a placa da moto adulterada, e uma pessoa que entregou veículo para condutor não habilitado.

Ao todo, foram confeccionados 74 autos de infração de trânsito, dos quais 20 foram por conduzir veículo sem registro ou não licenciado, 19 por recusa ao teste do bafômetro, 14 por conduzir veículo sob efeito de álcool, cinco por conduzir sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH), e 16 por infrações diversas.

Ainda na operação, foram realizados 231 testes de alcoolemia e fiscalizados 229 veículos, sendo que 54 foram autuados.

A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Corpo de Bombeiros (CBMMT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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