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Várzea Grande realiza panfletagem para conscientização no Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil

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Com o tema “Todos juntos contra o trabalho infantil – lugar de criança é na escola. Diga não ao trabalho infantil!”, a campanha visa ampliar a prevenção e combater situações que colocam em risco os direitos de crianças e adolescentes

Nos dias 11 e 12 de junho, a Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, realiza uma série de ações de conscientização em alusão ao Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil, celebrado em 12 de junho. A principal atividade será a panfletagem em pontos estratégicos da cidade, com o objetivo de sensibilizar comerciantes, consumidores e pedestres sobre os prejuízos do trabalho infantil e incentivar a denúncia por meio do Disque 100.

Com o tema “Todos juntos contra o trabalho infantil – lugar de criança é na escola. Diga não ao trabalho infantil!”, a campanha visa ampliar a prevenção e combater situações que colocam em risco os direitos de crianças e adolescentes. A iniciativa conta com a participação dos CRAS, CREAS, Conselho Tutelar e a Proteção Social Especial do Município.

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De acordo com a secretária de Assistência Social, Cristina Salto, o trabalho infantil ainda é uma realidade silenciosa e muitas vezes invisível. “Essa campanha tem o propósito de abrir os olhos da sociedade para uma violação grave dos direitos da infância. O trabalho infantil compromete o desenvolvimento físico, emocional e educacional de meninos e meninas, perpetuando o ciclo da pobreza. Queremos reforçar que o lugar da criança é na escola e em um ambiente que garanta o seu pleno desenvolvimento”, enfatizou.

A coordenadora da Proteção Social Especial da Secretaria, Jocileize Alcântara Rondon e Silva, destaca que o enfrentamento ao trabalho infantil exige articulação entre o poder público e a comunidade. “A panfletagem é uma ação estratégica para levar informações importantes à população e prevenir novas ocorrências. Precisamos estar atentos aos sinais e saber que denunciar é um ato de proteção e cidadania”, pontuou Jocileize.

PROGRAMAÇÃO – No dia 11 de junho, as panfletagens acontecem em dois períodos: das 8h30 às 9h30, com início na Avenida Couto Magalhães (próximo à Caixa Econômica Federal) e finalização na Praça da Igreja Nossa Senhora do Carmo; e das 15h às 16h, com início na Praça Área Brás (Cristo Rei), seguindo pela Avenida Ary Paes Barreto até o supermercado Comper.

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Já no dia 12 de junho, às 8h30, será realizada uma roda de conversa no auditório do CREAS com adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas e crianças acolhidas, abordando as consequências do trabalho infantil e a importância da educação como instrumento de transformação.

A campanha segue as diretrizes do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome e integra o calendário anual de ações em defesa dos direitos de crianças e adolescentes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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